Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/55524
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dc.creatorValdez, Joanapt_PT
dc.date.accessioned2012-01-21T00:49:07Z-
dc.date.available2012-01-21T00:49:07Z-
dc.date.issued2010pt_PT
dc.identifier.other000206460pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/55524-
dc.description.abstractNa extensão de território que corresponde ao Noroeste da Península Ibérica reconhecemse essencialmente dois estilos de Arte Rupestre gravada. Por um lado, a Arte Atlântica com uma distribuição litoral e que se espalha pelos afloramentos desde as terras galegas ao português vale do rio Vouga. Por outro lado, uma vez transpostas as cadeias montanhosas que separam a orla costeira das terras continentais, os grafismos nas pedras apresentam um diferente semblante. Na tradição académica vigora a ideia de que aqui, um elevado número de manifestações gráficas se inscrevem na denominada tradição Esquemática. Se na Arte Atlântica observamos composições de motivos essencialmente circulares, bem como armas e zoomorfos (figuras recorrentes sobretudo na Galiza) insculpidos em afloramentos rentes ao solo, a Arte Esquemática revelanos uma concepção gráfica diferente. Apresenta diferentes formas de utilização de suportes com morfologias várias, fazendo sobressair a figura do Homem sob diversos moldes, mas sempre com uma tendência esquematizante que assume frequentemente a figura de um simples cruciforme. Esta tradição artística chega aos dias de hoje através da pintura e gravura, ocupando espaços de ar livre, abrigos e monumentos megalíticos. Num período cronológico difícil de precisar mas que se situa entre o Neolítico e a Idade do Bronze, estas duas tradições encontramse no espaço e no tempo. Que alterações provocou essa interacção entre as sociedades e no mundo que as rodeia? O que nos diz a Arte Rupestre acerca das comunidades com as quais se relacionava e para quem era feita? Qual o significado e o alcance deste “encontro” em termos de interacção social entre as diferentes comunidades préhistóricas do Noroeste? (...)pt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherPorto : [Edição do Autor]pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000206460pt_PT
dc.subjectArte rupestre - Norte de Portugalpt_PT
dc.titleA gravura na arte esquemática do noroeste peninsular : o caso do Monte de Góios (Lanhelas, Caminha)pt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras-
dc.identifier.doi10.34626/zkh5-nc35-
thesis.degree.grantorFaculdade de Letras-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000115269166-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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