Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/53846
Author(s): Rui Jorge Garcia Ramos
Title: Ler a viagem como passagem para o projecto: a lição da casa Turca em Le Corbusier
Issue Date: 2012
Abstract: READING THE VOYAGE AS A PASSAGE TO THE PROJECT: THE LESSON OF THE «TURKISH HOUSE»For the architect the voyage is an important ritual of knowledge and maturation, being a single moment (and essential) in his formation and identity. Under this perspective, the voyages are sources of exceptional information for the study of the work of architects, because it contributes to the revelation of the author and his personality, through the itinerary choice, the visits and its records. The voyage is an important material in the interpretation of the architecture, that allows to access to a personal non-revealed area (in most of the times), clarifying the promotion of influences and the choice among directly non-accessible paths of projects.The voyages held by Le Corbusier to Germany (1910-1911) and to the Orient (1911) allow the constitution of a map of its formative evolution and the interests that will emerge in his work. Le Corbusier, while dominating the tension between implicit and explicit architectural references, already present in the voyages, opens to us unexpected readings of his work.The collection organized references through the voyages allow us to accept the architecture of Le Corbusier as a production between tradition and innovation. When we free his work from the machinist obsession, Le Corbusierapos;s Modern is impregnated with quotations and objects from other contexts, belonging to different times and places, that are displaced to his production on a recurrent association and dissociation of concepts.
Description: As viagens realizadas por Le Corbusier (1887-1965) à Alemanha (1910-1911) e ao Oriente (1911) permitem a constituição de um mapa da sua evolução formativa e dos interesses que irão emergir ao longo da sua obra. Le Corbusier ao dominar a tensão entre referências arquitectónicas explícitas e implícitas, já presente nos cadernos e na sua correspondência de viagens, sustentada também nos livros que o acompanham e que adquire nesse período, abre-nos inesperadas e profícuas leituras da sua obra. A colecção de referências promovidas pelas viagens permitem-nos aceitar a arquitectura de Le Corbusier como resultado do conhecimento profundo dos seus antecedentes e a capacidade, a partir deles, de gerar uma nova síntese. A natureza deste confronto, opondo tradição e inovação, é um tópico em sim mesmo, fundamental para interpretação desta obra e do seu século. Ao despirmos a sua obra da obsessão maquinista, o moderno corbusiano está impregnado de citações e de objectos de outros contextos, pertencentes a diferentes tempos e locais, que são deslocados para a sua produção, numa recorrente associação e dissociação de conceitos. A conflitualidade deste processo dá voz a uma das arquitecturas mais significativas dos século XX.
Subject: Artes, Artes
Call Number: 46260
URI: http://hdl.handle.net/10216/53846
Source: Ler Le Corbusier
Document Type: Capítulo ou Parte de Livro
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
Appears in Collections:FAUP - Capítulo ou Parte de Livro

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