Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/50427
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dc.creatorBastos, Fernando José Rodrigues Evangelista Machadopt_PT
dc.date.accessioned2012-01-21T02:53:02Z-
dc.date.available2012-01-21T02:53:02Z-
dc.date.issued2010pt_PT
dc.identifier.other000204165pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/50427-
dc.description.abstractTomando como referência a noção de poder e a forma da sua manifestação no exercício político ao longo da história do pensamento, procura-se, através de um atlas civilizacional pautado por autores de menção incontornável - sofistas, Platão, Aristóteles, S. Agostinho, T. More, Maquiavel, Campanella, Hobbes, J-J Rousseau, Hegel, Marx e Nietzsche - fazer uma arqueologia que seja capaz de desconstruir os artefactos teóricos que formatam as nossas idiossincrasias no espaço público. Arqueologia que, a partir de uma leitura política da filosofia desses autores, tem por objectivo compreender as dinâmicas contemporâneas que ocorrem no espaço público contemporâneo. Tendo em conta as soluções, ou utopias, que o passado convocou, pretende-se olhar as contradições e as tensões entre o individual e o social, entre o círculo totalitário e o horizonte democrático que vão eclodindo num espaço que confronta governantes e governados. A democracia ocidental assenta na ideia de um contrato social e político banalizado pelo tempo e pela história. Tal realidade, em certa medida, favoreceu o esquecimento dos seus princípios genésicos provocando uma clara separação, se não oposição, entre uma democracia formal e uma democracia que, ao incrustar-se no real, perde as suas referências teóricas, perde a sua forma e enraíza-se num poder, cuja vontade solipsista, é apenas expressão de quem o detém. Nesse sentido, a democracia, independentemente das suas formas, está instrumentalizada e esvaziada de sentido. A cidade, como espaço singular da vida dos homens e das suas organizações, impõe-se como limiar de situações-limite e do seu significado transformando-se, deste modo, como lugar privilegiado para uma semântica arqueológica. (...)pt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherPorto : [Edição do Autor]pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000204165pt_PT
dc.subjectFilosofia políticapt_PT
dc.subjectPoder - Filosofiapt_PT
dc.subjectPolíticapt_PT
dc.titleArqueologia(s) do poder : espaço público : um projecto político, antropológico e poiéticopt_PT
dc.typeTesept_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras-
dc.identifier.doi10.34626/drj0-8530-
thesis.degree.grantorFaculdade de Letras-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level2-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000115269166-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
Appears in Collections:FLUP - Tese

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