Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/26535
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dc.creatorValente, Hugo
dc.creatorMoreira, Pedro
dc.creatorPadrão, Patrícia
dc.creatorTeixeira, Vítor Hugo
dc.date.accessioned2022-09-09T14:44:36Z-
dc.date.available2022-09-09T14:44:36Z-
dc.date.issued2007
dc.identifier.othersigarra:47476
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/26535-
dc.descriptionA obesidade infantil assume-se como um dos mais sérios problemas de saúde pública, sendo muitas vezes relacionado com uma elevada taxa de inactividade física e uma ingestão alimentar desadequada. Assim, para estudar este fenómeno, foi analisada a ingestão alimentar de 320 crianças de 7 escolas públicas EB1 do Porto (53,4% raparigas. Foram medidos o peso e altura, de acordo com procedimentos metodológicos recomendados. A 12 ingestão alimentar foi avaliada com recurso a um questionário de frequência alimentar (QFA), preenchido pelos pais e previamente validado. Para avaliar a inadequação da ingestão de alguns nutrimentos, foram usadas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), bem como as do Food and Nutrition Board (FNB). Constatou-se uma prevalência de excesso de peso / obesidade de 32,8% (33,3% para as raparigas e 32,1% para os rapazes) e a percentagem de crianças com uma ingestão inferior às Estimated Average Intake / Adequate Intake (EAR/AI) para as vitaminas A, B1, B2, C, B6, Folato, Niacina, e Magnésio, Zinco e Ferro foi, relativamente reduzida, contudo, para vitamina E, a prevalência de inadequação foi de 46,2% nos rapazes e 49,3% nas raparigas, enquanto que no cálcio, 50,3% dos rapazes e 57,1% das raparigas apresentaram uma ingestão média inferior à AI. Quanto aos macronutrimentos, verificou-se uma média de ingestão tendencialmente hiperlipídica (33,3% do VET nas raparigas e 31,4% do VET nos rapazes), hiperproteica (18,4% do VET nas raparigas e 17,2% do VET nos rapazes) e hipoglícidica (49,8,3% do VET nas raparigas e 52,8% do VET nos rapazes). Relativamente à ingestão alimentar, salienta-se a ingestão elevada de hortofrutícolas e moderada de leite e seus derivados. Apesar das bebidas açucaradas contribuírem com 17% para o aprovisionamento de mono e dissacarideos, não foi encontrada qualquer associação entre o consumo de bebidas açucaradas e seu contributo para o valor energético total e a prevalência de excesso de peso / obesidade. Seria interessante, em estudos futuros, acompanhar esta amostra no sentido de verificar alterações nos padrões de consumo alimentar ao longo da adolescência e a sua eventual implicação na prevalência doenças crónicas e degenerativas.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartof4ª Jornada Bebidas e Saúde
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectCiências da Saúde, Ciências da saúde
dc.subjectHealth sciences, Health sciences
dc.titleContributo das bebidas açucaradas não alcoólicas para o aprovisionamento de hidratos de carbono em crianças
dc.typeArtigo em Livro de Atas de Conferência Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Ciências da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Health sciences
Appears in Collections:FCNAUP - Artigo em Livro de Atas de Conferência Nacional

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