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https://hdl.handle.net/10216/23204Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Ferreira, Ana Silvina de Sousa Ribeiro | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2011-01-13T14:50:58Z | - |
| dc.date.available | 2011-01-13T14:50:58Z | - |
| dc.date.issued | 2011-01-13 | - |
| dc.identifier.other | 000199923 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/23204 | - |
| dc.description.abstract | No presente trabalho, propomo-nos analisar a flexão de número dos nomes terminados em ditongo nasal em português europeu à luz da Fonologia Lexical. O nosso estudo pretende discutir o estatuto fonológico do ditongo nasal e da vogal nasal presente nos nomes em português europeu, identificar o processo fonológico responsável pela derivação de ambos e verificar se a pluralização dos nomes terminados em ditongo nasal é um fenómeno regular, apesar da variedade de manifestações de superfície, e previsível a partir das formas teóricas de base. Dado que na flexão de número dos nomes terminados em ditongo nasal em português europeu se regista uma interacção entre processos morfológicos e fonológicos, optámos pelo modelo teórico da Fonologia Lexical. Concluímos que o processo de nasalização por estabilidade, que opera no pós-léxico, gera o ditongo nasal e a vogal nasal. De acordo com este processo, a nasal subespecificada é desassociada, por não possuir traços articulatórios, dando origem a um autossegmento nasal que é preservado como flutuante, graças ao efeito da estabilidade, um dos princípios da Fonologia Autossegmental, até ser reassociado ao núcleo de onde percola até atingir as vogais que o compõem. Após termos analisado um corpus de x palavras, constatámos que a pluralização dos nomes terminados em ditongo nasal é um fenómeno regular e previsível a partir das formas teóricas de base. Todavia, as formas do singular das palavras com vogal temática –e revelam uma aparente excepcionalidade, uma vez que a forma de superfície do singular não preserva a forma teórica do radical ou do tema da palavra (*pã(e), *leõ(e)). Cremos que a fusão das três terminações do singular numa só resulta da influência analógica da alternância mais frequente, /ano/ [ɐw].(...) | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Porto : 2009 | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.source.uri | http://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000199923 | pt_PT |
| dc.subject | Fonologia | pt_PT |
| dc.subject | Fonologia lexical | pt_PT |
| dc.title | Flexão de Número dos Nomes Terminados em Ditongo Nasal à luz da Fonologia Lexical | pt_PT |
| dc.type | Dissertação | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/76qe-3h25 | - |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Letras | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 1 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000115269166 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Appears in Collections: | FLUP - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| tesemestanaferreira000093690.pdf | 699.76 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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