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dc.creatorAmâncio da Costa Pinto
dc.date.accessioned2022-09-10T20:41:26Z-
dc.date.available2022-09-10T20:41:26Z-
dc.date.issued2006
dc.identifier.issn0874-2391
dc.identifier.othersigarra:83067
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/18458-
dc.description.abstractAmostras de 79 a 114 universitários responderam ao longo de 6 anos a questões sobre o valor de um Euro em Escudos, quer antes da data de circulação em 2001, após uma campanha publicitária saturante, quer depois nos 5 anos seguintes. Foram ainda obtidos dados sobre as moedas e notas de Escudos Portugueses que deixaram de circular. A evocação do valor do Euro, expresso em unidades, foi elevada e constante ao longo dos seis anos, mas diminuiu quando os valores decimais foram considerados. A evocação correcta da data do Euro foi de 93% em 2001, e 23% em 2006 tendo 72% dos sujeitos revelado um erro de telescopia regressiva. O numerário em Escudos que deixou de circular obteve um desempenho elevado e similar de 2003 a 2006, mas os valores falsos aumentaram significativamente indiciando uma interferência retroactiva. Os resultados sugerem que a publicidade antes e a prática depois foram provavelmente os factores eficazes de recordação.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleEvocação do valor do euro em escudos ao longo de 6 anos, data de circulação e numerário português
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
Appears in Collections:FPCEUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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