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https://hdl.handle.net/10216/17941Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Almeida, Isabel Maria Gonçalves | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2014-01-30T01:08:01Z | - |
| dc.date.available | 2014-01-30T01:08:01Z | - |
| dc.date.issued | 2005 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 000158494 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/17941 | - |
| dc.description.abstract | As vias de reflexão que seguimos baseiam-se numa aproximação temática entre o Só de António Nobre e Les Amours jaunes de Tristan Corbière e propõem uma abordagem do tema da ausência, nomeadamente a ausência dos seres amados. A primeira parte do nosso trabalho começa por apresentar um enquadramento histórico onde se destacam os momentos de rupturaque marcaram o contexto oitocentista francês eo contexto finissecular português; em seguida, propõe uma leitura dos percursos biográficos de Nobre e de Corbière, empenhando-se em focar datas-chave; e, por fim, foca a transfiguração poética das vivências íntimas dos poetas em tecido verbal, ou seja, a transformação em linguagem poética dos sentimentos de solidão e desorientação provocados pela "consciência da ausência". A segunda parte tem por objectivo demonstrar que os autores erguem uma "construção poética" onde determinadas presenças se tornam determinantes: as figuras parentais, os amigos e os portugueses, no mundo nobriano; a amante e os bretões, no mundo corbieriano. O poder regenerador e redentor da poesia exerce-se através da corporização dessas figuras ausentes, que visa preencher poeticamente o vazio provocado pela separação e pela ausência. A terceira e última parte centra-se no mar. Os pescadores portuguesess e os marinheiros bretões adquirem o estatuto de verdadeiros heróis, sendo apresentados como "modelos" com os quais os respectivos poetas se identificam. O elemento marítimo, associado às figuras parentais - à mãe, no Só de António Nobre, e ao pai em Les Amours jaunes de Tristan Corbière -, é apreendido como uma presença reconfortante, inclusive na morte. A morte no mar surge no imaginário dos poetas como um prolongamento da vida, traduzido em imagens e ritmos recorrentes. Nesta perspectiva, o mar torna-se o agente mitigador da dor, regenerando e fortalecendo as duas figuras poéticas fragilizadas pela separação e pelo sentimento de perda. | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Porto : [Edição do Autor] | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.source.uri | http://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000158494 | pt_PT |
| dc.title | O Só de António Nobre e Les Amours jaunes de Tristan Corbière : Poéticas da Ausência | pt_PT |
| dc.type | Dissertação | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/ywyt-0q23 | - |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Letras | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 1 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000115269166 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Aparece nas coleções: | FLUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| tesemestisabelalmeida000078756.pdf | 1.36 MB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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