Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/172698
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dc.creatorSilva, Jorge Bastos da
dc.date.accessioned2026-02-05T00:21:26Z-
dc.date.available2026-02-05T00:21:26Z-
dc.date.issued2025
dc.identifier.issn0873-1233
dc.identifier.othersigarra:759493
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/172698-
dc.descriptionEm On Heroes, Hero-Worship, & the Heroic in History (1841), Thomas Carlyle faz a apologia de indivíduos de excepção, pináculos de energia no corpo da sociedade e da História, que esmagam os homens comuns e escapam aos critérios da consciência. Definindo seis tipos de heróis, propugna uma desmoralização das relações políticas, em teses cujo efeito de choque é denotado pela sua recepção coeva. William Thompson, por exemplo, sentencia que On Heroes não é um livro cristão. Com efeito, Carlyle oferece uma axiologia na qual o discurso do dever se funde num discurso do poder, sob um princípio simples: uns fazem e lideram, outros aderem e veneram, sem liberdade de escolha. Na sua teoria dos heróis, estes têm a sua própria justificação num privilégio de autotelia, sem as grilhetas da questionação moral. Cabe-lhes serem fiéis a si mesmos, constituindo o seu próprio absoluto
dc.description.abstractIn On Heroes, Hero-Worship, & the Heroic in History (1841), Thomas Carlyle produces an apology for exceptional individuals, pinnacles of energy in society and history, who crush ordinary people and elude the criteria of conscience. As he defines six types of heroism, Carlyle propounds a demoralization of political relationships, in theses that outrage contemporaneous readers as shown by reviews. William Thompson, for instance, ruled that On Heroes is not a Christian book. Indeed, Carlyle offers an axiology in which the discourse of duty is merged with the discourse of power under a simple principle: some individuals are meant to do and lead, others to accept and worship, without freedom of choice. In his theory of the heroes, these are justified under a privilege of self-determination, exempt from the chains of moral questioning. It is their task to be true to themselves, making up their own absolute
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleIdolatria, liberdade cívica e consciência moral: interrogações críticas em torno do conceito carlyleano de heroísmo
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.21747/0873-1233/spi32v2
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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