Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/168415
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dc.creatorMaria Antónia Torrão Cadilhe
dc.date.accessioned2026-06-23T01:31:38Z-
dc.date.available2026-06-23T01:31:38Z-
dc.date.issued2025-07-16
dc.date.submitted2025-08-01
dc.identifier.othersigarra:733654
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/168415-
dc.descriptionOs contextos em que muitas crises graves ameaçam o futuro da humanidade são oportunidades para co-construir novas respostas que contribuam para um futuro melhor para todos. Nestas novas abordagens, o poder de agir dos indivíduos e dos coletivos não pode ser "hipotecado" com o argumento de que é possível encontrar respostas rápidas para garantir a inclusão dos indivíduos no futuro do trabalho. Estas apelam à necessidade de desenvolver intervenções que ajudem os indivíduos a construir, com outros, percursos profissionais e pessoais que lhes devolvam a possibilidade de serem surpreendidos pela sua própria capacidade de construir futuros nunca pensados. Nesta co-construção, a experiência deve ser encarada como um recurso inesgotável que se renova e é acessível a todos, particularmente aos mais vulneráveis, para os quais a desvalorização da experiência e consequente redução do poder de agir é particularmente penalizadora. Reconhecendo que as intervenções no domínio do "aconselhamento de carreira" estão, elas próprias, a viver um "ponto de viragem" no sentido de responder aos desafios identificados, procurámos perceber em que medida é possível desenvolver intervenções que, dando resposta a um elevado número de indivíduos, promovam o seu poder de agir na (re)construção de percursos ao longo da vida, através da valorização da experiência. Os dois primeiros estudos de caso, baseados em investigação empírica, contribuíram para reforçar que a experiência e as experiências são valorizadas no desenvolvimento de percursos, ao mesmo tempo que sublinharam a importância de intervir nos contextos em que os indivíduos as adquirem. Os restantes dois estudos de caso, baseados em investigação-intervenção, revelaram que é possível apoiar as pessoas a estarem mais preparadas para responder ao desafio da construção de percursos sustentáveis num contexto caracterizado por frequentes transições, alargando o seu poder de agir. Os resultados evidenciam ainda que é possível tirar partido da possibilidade de o fazer com um elevado número de pessoas, valorizando a singularidade de cada percurso, ao longo da vida. Na abordagem proposta, o contributo da psicologia do trabalho garante que o indivíduo não é um fator de ajustamento, mas sim um agente ativo que se co- constrói numa rede constituída por outros agentes, que se assumem como parte integrante de um ecossistema.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleExpanding the power to act: reconstructing individual and collective futures through the emancipation of experience
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.tid101675640
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
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