Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/166060
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dc.contributor.otherMalato, Maria Luísa
dc.contributor.otherFreitas, Marinela
dc.date.accessioned2025-05-07T23:14:27Z-
dc.date.available2025-05-07T23:14:27Z-
dc.date.issued2024
dc.identifier.isbn978-989-9193-46-8
dc.identifier.othersigarra:706043
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/166060-
dc.description"Se o papel fosse maior..." começou por ser uma homenagem a Ana Plácido (1831-1895). Invariavelmente citada nas Histórias da Literatura como a "amante de Camilo", a "mulher fatal" de Camilo, a mulher com quem Camilo se envolveu num escandaloso caso de adultério, julgado no Porto burguesíssimo de 1860-1861, Ana Plácido só muito raramente vai sendo considerada e lida como poeta e romancista. Estranho paradoxo: ela que, na sua vida e obra, exprimiu o desejo de que fosse dada à mulher uma função que não a reduzisse a dona de casa ou a mãe de família, ficou reduzida a essas imagens distorcidas, de companheira pecaminosa ou de uma mãe de família abafada por um marido doente, e os filhos que dele teve, um louco, outro estouvado. E todavia, nem sempre encontra espaço para desabafar as mesmas mágoas. Escreve ela numa carta a Freitas Fortuna, pensando sobretudo nos últimos dois anos da vida com Camilo: "Se o papel fosse maior..."
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleSe o papel fosse maior: escritoras dos séculos XVIII e XIX
dc.typeLivro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.21747/978-989-9193-46-8/cass15
Appears in Collections:FLUP - Livro

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