Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/160507
Registo completo
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.otherAmaral, Luís Carlos
dc.contributor.otherGarcia, João Carlos
dc.creatorConceição, Rúben Filipe Teixeira da
dc.date.accessioned2024-08-07T23:10:00Z-
dc.date.available2024-08-07T23:10:00Z-
dc.date.issued2024
dc.identifier.isbn978-989-8970-83-1
dc.identifier.othersigarra:681422
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/160507-
dc.descriptionO estudo que agora se publica é uma versão melhorada daquele que defendi publicamente a 27 de novembro de 2020, no âmbito do Mestrado em Estudos Medievais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. No geral, manteve-se a estrutura e, em larga medida, a sua essência enquanto texto académico. Corrigi as gralhas, revi a escrita de alguns pontos e fiz algumas melhorias no dossier cartográfico, tendo em consideração as observações feitas aquando do processo de revisão cega por pares, bem como os comentários do Professor Mário Barroca na arguição e em momentos posteriores, dos quais ficarei sempre grato. No que toca à bibliografia, foram poucos os acrescentos, pois pouco se tem avançado nos últimos anos em Portugal em torno da temática dos caminhos, sobretudo em estudos focados em Trás-os-Montes. A grande ressalva têm sido os colóquios que, desde outubro de 2020, se têm realizado na Campeã (c. Vila Real), em torno da via do Marão. Isto não quer dizer que este estudo seja perfeito, antes pelo contrário, mas creio que reflete o contexto no qual foi elaborado: durante uma pandemia, que mais pareceu uma longa travessia de um oceano, repleta de escolhos e de responsabilidades; e revisto três anos após a defesa pública, num momento em que os desafios da investigação são muito mais amplos, acarretando responsabilidades ainda maiores. A própria publicação foi um desafio por si só. Tal é possível graças à Professora Inês Amorim, enquanto coordenadora científica do CITCEM, cujo entusiasmo, seja nas aulas, seja à frente do Centro, é contagiante, à Dr.ª Marta Costa, que foi incansável em todo o processo editorial, e à Frauga - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote, que ao apoiarem esta publicação, reconhecem o seu valor na dinamização da história local e regional. Também o é graças à insistência do Professor João Carlos Garcia, em fazermos o trabalho de campo que a pandemia não permitiu, e que só a cartografia pôde solucionar. As anuais «romarias» a Trás-os-Montes, que há vários anos tenho o privilégio de fazer, rodeado por aqueles que lá nasceram e que continuam, mesmo que ao longe, a fazer parte das suas comunidades, permitiram olhar para o território com outras lentes e perceber o quanto ficou por fazer. Mas a grande responsabilidade de chegarmos a este ponto recai sobre o Professor Luís Carlos Amaral, que acreditou infinitamente mais no valor deste estudo - e em mim - do que eu. Por último, dedico este livro aos meus Pais, que mesmo nos momentos mais difíceis sempre me incentivaram a trilhar o meu próprio caminho, e à Cátia, a transmontana com quem tenho o privilégio de partilhar a vida.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleA rede viária do Entre-Douro-e-Tâmega, Bragança e seus termos, nos meados do século XIII
dc.typeLivro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.21747/978-989-8970-80-0/red
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