Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/156251
Autor(es): Marques, Diogo
Teuchmann, Philipp
Título: Repetição e instrução: para uma crítica da (in)operatividade cibertextual
Data de publicação: 2023-12
Resumo: This article aims to make a contribution towards a critique of cybertextual (in) operativity, framed by the notion of cybertextuality, and outlined through two concepts or, more specifically, two operations: repetition and instruction. Drawing on this conceptual matrix, as well as on debates that are taking place in areas such as literary theory, textuality, contemporary art, and technology and media theory, cibertextuality's programmatic, diagrammatic, cybernetic, algorithmic, and computational will be addressed. We will begin with an analysis of certain constraints of the group OuLiPo - questioning Goerges Perec's La Vie mode d'emploi (1978) and Italo Calvino's Comment j'ai écrit un de mes livres (1987; 1984). Afterwards, we will reflect on works such as ÁRVORE (2018) by Rui Torres, Joana Moll's DEFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOREST (2016), degenerative (2005) and AMAZON (2019) by Eugenio Tisselli, and Joana Chicau's Tango For Us Two/Too (2019; 2022). Finally, in the wake of these reflections, we will conclude with a plea for cyberliteracy.
Descrição: presente artigo procura fazer uma contribuição para uma crítica da (in) operatividade, enquadrada pela cibertextualidade, e esboçada através de dois conceitos ou, mais especificamente, duas operações: repetição e instrução. A partir desta matriz conceptual, e na senda de alguns debates provenientes de campos como a teoria da literatura, da textualidade, da arte contemporânea e da teoria da técnica e dos media - ou das técnicas culturais -, explorarse- ão configurações programáticas, diagramáticas, cibernéticas, algorítmicas e computacionais da cibertextualidade. Debruçar-nos-emos sobre certos constrangimentos do grupo OuLiPo - questionando a célebre La Vie mode d'emploi (1978), de Georges Perec, e Comment j'ai écrit un de mes livres (1987; 1984), de Italo Calvino -, para, de seguida, pensar obras como ÁRVORE (2018), de Rui Torres, DEFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOREST (2016), de Joana Moll, degenerative (2005) e AMAZON (2019), de Eugenio Tisselli, ou ainda Tango For Us Two/Too (2019; 2022) de Joana Chicau. Na esteira destas reflexões, concluir-se-á com um apelo à ciberliteracia.
DOI: 10.21747/21828954/ely22a10
URI: https://hdl.handle.net/10216/156251
Tipo de Documento: Artigo em Revista Científica Internacional
Condições de Acesso: openAccess
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