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https://hdl.handle.net/10216/155967| Author(s): | Nuno Rangel Gameiro |
| Title: | (RE)PENSAR A SMART CITY: INTERFERÊNCIAS DO DIGITAL NA CONCEÇÃO E EXPERIÊNCIA DA CIDADE |
| Issue Date: | 2023-11-07 |
| Abstract: | The growth of cities globally, along with technological advancements and the desire to combat climate change, has driven the search for new urban planning approaches. "Smart Cities" emerged as a promising solution, introducing Information and Communication Technologies (ICT) into the urban planning process. The first part of this work provides a historical overview of urban planning, from the late 19th century to the present day. Various approaches prior to the "smart city" are analyzed, including the modern city, which also stands out as an urban model that sought to control the city. The "smart city" emerges as an evolution of this model adapted to the technological development in the contemporary context. Despite its apparent advantages in solving various urban planning problems, the "smart city" still faces challenges in its implementation due to the complexity of urban behaviors that act as variables within the city. However, it is necessary to recognize that there is no concrete concept of a "smart city", with the term having evolved beyond just an information-driven city, when the goal is deeper than that. The significant challenge associated with "smart cities" lies in parameterizing the data and models that control the city, as it depends on various factors. The control of the forces at play is a colossal, perhaps even impossible task, necessitating the consideration of new solutions that address the true complexity of a city. This dissertation raises participatory approaches as an alternative to the technocentric "smart city". In this case, residents are included in the decision-making processes, and the ICT's assume an important but primarily supportive role. However, even these approaches have their limitations, as they do not consider all forms of life inhabiting urban spaces. Thus, in the final part of this work, recent models are explored, integrating principles of nature into urban planning, notably the "biocity". This model adopts a more holistic view of urban planning, balancing the needs of all urban actors, not only Man and technology. |
| Description: | O crescimento das cidades a nível global, em conjunto com os avanços tecnológicos e a vontade de combater as alterações climáticas impulsionaram a procura de novas abordagens urbanísticas. As "smart cities" surgem como uma solução promissora, introduzindo as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de planeamento urbano. Na primeira parte deste trabalho é dado um resumo histórico do planeamento urbano, desde o final do século XIX até à atualidade. São analisadas várias abordagens anteriores à "smart city", nomeadamente a cidade moderna, que se destaca como um modelo urbano que procurou controlar a cidade. A "smart city" surge como uma evolução deste modelo adaptado ao desenvolvimento tecnológico no contexto contemporâneo. Apesar das suas vantagens aparentes na resolução de diversos problemas de planeamento urbano, a "smart city" ainda enfrenta desafios na sua implementação, devido à complexidade dos comportamentos urbanos que atuam como variáveis na cidade. É contudo necessário reconhecer que não existe um conceito único de "smart city", tendo o termo evoluido para uma cidade informatizada, quando o objetivo é mais profundo do que esse. A grande dificuldade associada às "smart cities" é a parametrização dos dados e modelos que controlam a cidade, pois esta depende de vários fatores. O controlo das forças em jogo é uma tarefa colossal, quiçá mesmo impossível, tendo de se pensar em novas soluções que respondam à real complexidade de uma cidade. Esta dissertação levanta como alternativa as abordagens participativas promovidas como reação à "smart city" tecnocêntrica. Neste caso os habitantes são incluídos nos processos de decisão e as TIC assumem um papel importante, mas essencialmente de suporte. Contudo, mesmo estas abordagens têm as suas limitações, pois não consideram todas as formas de vida que habitam os espaços urbanos. Desta forma, na parte final deste trabalho são explorados modelos recentes, onde são integrados princípios da natureza no planeamento urbano, nomeadamente a "biocity". Esta adota uma visão mais holística do planeamento urbano, equilibrando as necessidades de todos os atores urbanos e não apenas do Homem e Tecnologia. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/a9qh-na27 |
| TID identifier: | 203458265 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/155967 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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| 652449.pdf | (RE)PENSAR A SMART CITY: INTERFERÊNCIAS DO DIGITAL NA CONCEÇÃO E EXPERIÊNCIA DA CIDADE | 29.59 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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