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https://hdl.handle.net/10216/150070| Author(s): | Elisabete Patricia Teixeira Fonseca |
| Title: | Diários de Viagem. Os desenhos de arquitectura nos diários de viagem |
| Issue Date: | 2010-12-15 |
| Abstract: | Designing is something we all do or did at some stage of life. The motives and reasons that lead us to draw are diverse and endless: we design primarily to express ourselves, to communicate, analyse, select, explore, interpret and understand what surrounds us. Drawing can be an impulsive act, an escape from reality, not just a way of communicating ideas and projects, it is to liberate the mind and let your hand flow on the paper. The travel diaries are one method used for those designs in a systematic and almost obsessive way in their daily lives. Almost like an addiction, one records by the pencil, everything one's sees. These records, usually daily, are made in small notebooks, which can be described by «Daily Graphic». They are merely «memory deposits»1 that file information allowing, in a sense, to categorize, classify, remember, compare, save, greatly expand information and associate modes that offer an active relationship and interdisciplinary between the past and the present. This journey is reflected around the drawing as a way of thinking. Graphics findings of several authors who, from some strategies, tried to represent what they saw and understood of the world through their eyes. Traces that tell stories and portray moments. Targeted for a moment, capturing and holding all the magic in a sheet of paper where it's revealed a perception of a fleeting and seductive moment. |
| Description: | Desenhar é algo que todos nós fizemos ou fazemos a determinada altura da vida. Os motivos e razões que nos levam a desenhar são diversos e infinitos: desenhamos sobretudo para nos exprimirmos, para comunicar, analisar, seleccionar, explorar, interpretar e perceber o que nos rodeia. Desenhar pode ser um acto impulsivo, uma escapatória à realidade, e não somente um modo de comunicar ideias e projectos, é libertar a mente e deixar a mão fluir na folha de papel. Os cadernos de viagem são um método adoptado por quem desenha de uma maneira sistemática e quase obsessiva no seu quotidiano. Quase como um vício, regista-se pela ponta do lápis tudo aquilo que se vê. Esses registos, geralmente diários, são feitos em pequenos cadernos portáteis, que se podem designar por "Diários Gráficos". Mais não são que «depósitos de memória»F1 que arquivam informação permitindo, de um certo modo, catalogar, classificar, recordar, comparar, conservar, desmultiplicar informações e associar modos que disponibilizem uma relação activa e interdisciplinar entre o passado e o presente. Esta viagem reflete-se em torno do desenho como forma de pensamento. São descobrimentos gráficos de vários autores que, partindo de algumas estratégias, tentaram representar o que viram e o que entenderam do mundo através dos seus olhos. Traços que contam histórias e retratam momentos. Visados por uns instantes, captando e prendendo toda a magia numa folha de papel onde revelam a percepção de um momento fugaz e sedutor. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/pe1n-y637 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/150070 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 629404.pdf | Diários de Viagem. Os desenhos de arquitectura nos diários de viagem | 28.54 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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