Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/149159
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dc.creatorLeonilde dos Santos Costa Fonseca
dc.date.accessioned2026-01-13T10:02:15Z-
dc.date.available2026-01-13T10:02:15Z-
dc.date.issued2009-07-17
dc.date.submitted2015-06-05
dc.identifier.othersigarra:622236
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/149159-
dc.descriptionO presente estudo procura analisar o processo de implantação e crescimento de uma cidade de expansão marítima portuguesa. Mais do que uma sucessão de acontecimentos históricos, as cidades reflectem um percurso de pessoas, tradições e culturas. As cidades de expansão, como é o caso da cidade de Angra, serão sempre focos de estudo importantes, uma vez, que foram locais de experimentação e aprendizagem constante. Deste pequeno burgo não partiram apenas pessoas para o "novo mundo", partiram também influências sociais, arquitectónicas, urbanas, isto é, transportaram uma imagem que facilmente identificamos em algumas cidades de expansão portuguesa. As primeiras referências a Angra surgem em meados do século XV, ligadas a Álvaro Martins Homem, mas será com João Corte Real, no final do século, que fala-se efectivamente de Angra. João Corte Real será o grande fundador do plano urbano renascentista que colocou a cidade na lista da UNESCO em 1983. Com duas baías naturais, protegidas pelo Monte Brasil, Angra reunia as condições necessárias para servir como porto de apoio às escalas marítimas. Até ao século XIX, Angra dependeu e usufruiu da sua posição privilegiada com o mar. A nível arquitectónico manteve uma linha simplificada e austera, necessária à implantação numa zona sísmica. As ordens religiosas tiveram um papel muito importante na imagem da cidade, com a construção dos seus conventos e igrejas. Embora com funções distintas, muitos destes edifícios ainda subsistem. O sismo de 1980 arrasou a cidade, mas também estimulou uma revisão do plano urbano que se encontrava desactualizado.
dc.description.abstractThis study was made to analyse the formation and development of a Portuguese maritime expansion city. Being more than a series of historic events, cities reflect people, traditions and cultures. Expansion cities such as Angra do Heroísmo city wil always be important study focuses, since they were permanent places of experimentation and learning. From this small town departed not only people to the "new world", but also social, architectural and urban influences, that is, they took with them an image that can easily be recognised in many Portuguese expansion cities. The first references to Angra city appeared in the middle of the XV century, related to Álvaro Martins Homem, but it was João Vaz Corte Real that, at the end of the same century, Angra city is actually talked about. João Vaz Corte Real was the great founder of the urban renaissance plant that placed Angra in the UNESCO list in 1983. With two natural bays, sheltered by Monte Brasil, Angra combined the necessary conditions to serve as port of call. Until the XIX century, Angra depended on and enjoyed its privileged sea locations. In the architectural field, Angra city kept a simplified and austere line, necessary to the implantation on a seismic zone. The religious group had a fundamental role in the city image, as result of building of convents and churches. Many of these buildings still last, although having distinctive functions.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectArtes
dc.subjectArts
dc.titleEvolução Urbana e Arquitectónica da Cidade de Angra do Heroísmo
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.identifier.doi10.34626/cz8a-7k23
dc.subject.fosHumanidades::Artes
dc.subject.fosHumanities::Arts
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Arquitetura
thesis.degree.grantorFaculdade de Arquitectura
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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