Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/147259
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dc.creatorJoão Pedro Leal Guerra
dc.date.accessioned2025-11-06T00:40:23Z-
dc.date.available2025-11-06T00:40:23Z-
dc.date.issued2022-11-08
dc.date.submitted2023-01-10
dc.identifier.othersigarra:601346
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/147259-
dc.descriptionNa presente dissertação expressa-se a vontade de defnir um andaime, um conjunto de estruturas através das quais associar as novas realidades observadas no território sobrepostas às antgas. De clarifcar esse "rural" mitológico, ancião, ancestral, parte de um fo contnuo do homem moderno ao homem primitvo. Além da escrita e da folha, no terreno observava-se algo que "não era rural", que "não era ancião", que não realizava essa conexão essencial entre o homem e o espaço. A sua arquitectura, profundamente perturbada não se demonstrava dentro "dos cânones" de um estudante de arquitectura. A arquitectura e o território demonstravam um "vácuo", distnto e oposto dos confortos dos "homens situados", de lugares. Aqui demonstrava-se um espaço "entre-mundos", no limiar, em limbo. De modo a aproximar-me do território, demonstrou-se necessário o caracterizar de um conjunto de relações "homem-paisagem". Da percepção que o homem cria sobre o natural, organizando-o desde os tempos imemoriais da pré-história; de os homens nómadas, caçadores-colectores, que se organizam no espaço em referência ao catálogo de formas dispostas na paisagem natural. Além de encontrar as defnições de um "proto-espaço", "proto-território", propõem-se ao longo do trabalho a leitura do espaço actual, em referência às leituras primitvas desse homem. Expor essa contnuidade de leitura como algo tangível, que superava as mudanças introduzidas pelos novos modos de viver. Perante a desconexão da "paisagem", da "arquitectura" e do "homem", recorro ao método de leitura como elemento transversal de conexão além tempo; estrutura de viagem, coreografa ordenada no território. A defnição do espaço faz-se ao de leve pelas linhas de percurso passadas e presentes: dos arquitectos, dos antropólogos, dos engenheiros àqueles homens situados, que "cantando" concretzavam as "personagens" de uma narratva de espaço; ao meu próprio trilho, através do qual se defne uma mesa de trabalho, espaço de dissertação.
dc.description.abstractThis dissertaton expresses the desire to build a scafolding, a set of structures abstract through which I associate the new observed realites on the territory superimposed on the old. In wishes to clarify this mythological ancient and ancestral "rural" space, part of a contnuous thread from the modern man to the primitve. Beyond pen and paper I observe on site something that didn't conform, that "wasn't rural", "wasn't ancient", that didn't make this essental connecton between man and space. His deeply disturbed architecture did not show itself within "the canons" predicted by an architecture student. Within the architecture and the territory there was a "vacuum", distnct and opposed to the comforts of the "located men", those whom belonged to "places". Here in limbo we observe a space "between-worlds" on the threshold of the known. In order to approach the territory, it was necessary to characterize a set of "man-landscape" relatonships. Startng from the percepton of man towards the natural, which he organized since the immemorial tmes of prehistory; of the nomadic men, hunter-gatherers, who organized themselves in reference to the catalogue of forms arranged in the natural landscape. Beyond fnding the defnitons of a "proto-space", "proto-territory", I throughout the work propose the reading of the current space referencing to these primitve readings. Wishing to expose this "reading" contnuity as something tangible, which overcomes the changes introduced by the new ways of living. Faced with the disconnecton between "landscape", "architecture" and "man", I resort to the observaton method as a connecton beyond tme; a traveller's structure, orderly choreographed in the territory. The space is defned lightly by the past and present routes: from architects, anthropologists, engineers to those "located men" who through "singing" defne the "characters" within a space narratve; to my own trail through which I create a platorm, a case-study.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectArtes
dc.subjectArts
dc.titlePaisagem (d)e periferias. Território (d)e arquitecturas
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.identifier.doi10.34626/ghey-j555
dc.identifier.tid203156633
dc.subject.fosHumanidades::Artes
dc.subject.fosHumanities::Arts
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Arquitetura
thesis.degree.grantorFaculdade de Arquitectura
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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