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https://hdl.handle.net/10216/145744| Author(s): | Eliana Pereira dos Santos |
| Title: | Desenhar a minha casa: entre razão e empatia |
| Issue Date: | 2022-11-07 |
| Abstract: | The constitution of a house is something that goes beyond its initial physical materialization. More than a box with doors and windows, the house should serve as someone's home. Architects design houses, in which people in turn build their sense of home, based on more emotional aspects such as memories and desires. From this point of view, the design of a house is, perhaps, the most challen-ging design exercise of all and the one that requires greater sensitivity, because when designing a house it is necessary that it becomes the basis for his future inha-bitant's home. From the outset, architects with their training have the tools and knowledge necessary to respond to this very complex challenge. Although designing the house for others implies the added difficulty of being able to interpret their ne-eds, when the role of architect and client coincide, there is a special opportunity for a reflection on the relationship between home and house. The present work aims to reflect on how to design a house that allows the installation of a home. For this, based on memories of my grandparents' house, which meant a second home for me, and reflection on specific case studies, I will try to find the premises to design my house, capable of receiving my personal territory in the future, that is, my home. |
| Description: | A constituição de uma casa é algo que vai além da sua materialização física inicial. Mais do que uma caixa com portas e janelas, a casa deverá servir como lar de alguém. Os arquitetos projetam casas, nas quais as pessoas por sua vez cons-troem a sua noção de lar, baseando-se em aspetos eminentemente emocionais como memórias e desejos. Sob esse ponto de vista, a conceção de uma casa é, talvez, o exercício de projeto mais desafiante de todos e o que exige maior sensibilidade, pois quando se projeta uma casa é preciso que esta venha a ser a base para o lar do seu futuro habitante. À partida, os arquitetos, com a sua formação detêm as ferramentas e o conhecimento necessário para dar resposta a este desafio tão complexo. Ainda que projetar a casa para outros implique a dificuldade acrescida de conseguir inter-pretar as suas necessidades, quando o papel de arquiteto e de cliente coincidem, há uma oportunidade especial para uma reflexão sobre a relação entre lar e casa. O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre como desenhar uma casa que permita a instalação de um lar. Para isso, a partir de memórias da casa dos meus avós que significou um segundo lar para mim, e da reflexão sobre casos de estudo concretos, tentarei encontrar as premissas para projetar a minha casa, capaz de receber o meu território pessoal no futuro, isto é, o meu lar. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/rjwr-eg30 |
| TID identifier: | 203106253 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/145744 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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| 593244.pdf | Desenhar a minha casa: entre a razão e o sonho | 58.08 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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