Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/145565
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dc.creatorMiguel Sousa Melo Almeida Van-Zeller
dc.date.accessioned2025-11-12T13:39:11Z-
dc.date.available2025-11-12T13:39:11Z-
dc.date.issued2022-11-09
dc.date.submitted2022-11-23
dc.identifier.othersigarra:592284
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145565-
dc.descriptionOs subúrbios permanecem como espaços urbanos ostracizados no estudo da cidade, como se não existissem além da complexidade de nós viários e expansão aparentemente descontrolada. O termo é regularmente tido como pejorativo e, até, retirado do vocabulário do planeamento urbano. Parece haver pouco interesse em compreender como é que as pessoas vivem os subúrbios, como usam o seu espaço público e como é a imagem que criam deles. Os subúrbios de Viseu apresentam inúmeras situações de interesse para abordar quanto ao modo como as pessoas usam o espaço público. Focando numa área populosa desses subúrbios - Rio de Loba - é possível aproximar-se de uma análise mais profunda da vida que existe no espaço público suburbano e do modo como a sua forma molda esses usos. Sustentado por autores que abordam esta teoria da imagem e uso da cidade, pelo estudo do desenvolvimento urbano recente de Viseu, bem como por uma metodologia cuidada (com recurso a cartografia, fotografia e recolha de testemunhos em trabalho de campo), desenvolve-se um dispositivo de observação de Rio de Loba. Da análise destes subúrbios viseenses, o beco sem saída toma a forma de uma síntese de todo um modo de desenvolvimento suburbano onde se podem observar as principais características deste tipo de território da cidade.
dc.description.abstractThe suburbs remain as ignored urban spaces when it comes to the study of the city, as if they did not exist beyond the complexity of road junctions and seemingly uncontrolled expansion. The term is regularly held as pejorative and even removed from the vocabulary of urban planning. There seems to be little interest in understanding how people live in the suburbs, how they use their public space, and what is the image people create of them. Viseu's suburbs present numerous situations of interest to address as to how people use its public space. By focusing on a populous area of these suburbs - Rio de Loba - it is possible to approach the life that exists in the suburban public space on a deeper level and understand how its form shapes these uses. Supported by authors who approach this theory of image and use of the city, by the study of the recent urban development of Viseu, and also by a careful methodology (using cartography, photography and collection of testimonies in fieldwork), an observation device of Rio de Loba is developed. From the analysis of these suburbs of Viseu, the cul-de-sac takes shape as a synthesis of a greater mode of suburban development where the main characteristics of this type of city territory can be observed.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectArtes
dc.subjectArts
dc.titleA Imagem do Subúrbio: forma e uso na criação da imagem de Rio de Loba, Viseu
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.identifier.doi10.34626/1jq0-vp13
dc.identifier.tid203103696
dc.subject.fosHumanidades::Artes
dc.subject.fosHumanities::Arts
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Arquitetura
thesis.degree.grantorFaculdade de Arquitectura
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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