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dc.contributor.otherEiras, Pedro
dc.date.accessioned2023-04-05T23:14:12Z-
dc.date.available2023-04-05T23:14:12Z-
dc.date.issued2022
dc.identifier.isbn978-989-53476-1-2
dc.identifier.othersigarra:540400
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/140397-
dc.descriptionNeste volume, Sofia Miguens revisita o pensamento de Walter Benjamin sobre a arte como salvação. Contra modelos da História como progresso ou decadência, pensa--se o tempo enquanto objecto de rememoração do artista; uma rememoração que realiza finalmente o tempo pretérito: "Construir a história é uma forma de realizar o passado", talvez de o salvar. Rememorando a história do Brasil, Luca Argel revê séculos de conflitos, a história da escravatura, o genocídio de povos autóctones: "Como sobreviveram os nativos americanos e os africanos ao fim dos seus mundos?" Neste país que "não é para principiantes", uma resposta pode ser o samba, forma depurada de protesto e resistência. A mesma resistência talvez defina também a literatura: no ensaio de Maria Beatriz Almeida, reconhecem-se os limites da escrita num universo de crises ecológicas e humanitárias, mas para concluir que os poemas ao menos ajudam a recordar "o que nos mantém longe da utopia" - e, através desse frágil protesto, convidam a salvar o mundo.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectHumanidades
dc.subjectHumanities
dc.titleMateriais para a salvação do mundo 2
dc.typeLivro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.21747/978-989-53476-1-2/lib29
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