Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/138874
Author(s): Salgado, André Augusto Rodrigues
Marent, Breno Ribeiro
Nascimento, Franzmiller Almeida
Gomes, António Alberto
Tavares Júnior, Stelio Soares
Title: Rearranjos de drenagem na porção setentrional da Bacia Amazônica
Issue Date: 2021
Abstract: The Amazonas River Basin is the biggest in area and volume in the planet. Its high dimension was originally interpreted as a result of the climate and geological configuration of South America. However, in recent years, a series of studies has shown evidence that extensive drainage rearrangement processes are taking place in the region and that these favored the expansion of Amazon Basin. Among these broad processes, studies stand out that claim that the upper hydrographic basin of the Branco River flowed towards the Essequibo River and would have been captured by the Amazon Basin. However, the studies that affirm this do not present morphological evidence for this drainage rearrangement. In this context, through remote sensing, geoprocessing, cartographic analysis and fieldwork, the present work evaluated the morphological evidence that could prove drainage rearrangement processes in the upper hydrographic basin of the Branco River in the Northern Amazon. The results allowed to identify a series of geomorphological evidences integrated with each other and indicative of fluvial piracy processes, with emphasis on elbow drainages, low dividers and river paleochannels. Therefore, they confirm that in the past the Uraricoera and Tacutu rivers - which form the Branco River - were part of the Essequibo River Basin, that flows into the Caribbean. However, thanks to the regressive erosion of the paleo-headwaters of the Branco River, they were intercepted and integrated into the Amazon Basin.
Description: A Bacia Hidrográfica do rio Amazonas é a de maior área e volume de água do planeta. Sua elevada dimensão originalmente foi interpretada como resultado do clima e da configuração geológica da América do Sul. Entretanto, nos últimos anos uma série de estudos tem apresentado evidências de que amplos processos de rearranjo de drenagem estariam ocorrendo na região e que estes favoreceram a expansão da Bacia Amazônica. Entre esses amplos processos destacam-se estudos que afirmam que a alta bacia hidrográfica do rio Branco fluía em direção ao rio Essequibo e teria sido capturada pela Bacia Amazônica. Entretanto, os estudos que afirmam isso não apresentam evidências morfológicas para esse rearranjo de drenagem. Neste contexto, através de sensoriamento remoto, geoprocessamento, análises cartográficas e trabalhos de campo, o presente trabalho avaliou as evidências morfológicas que poderiam comprovar processos de rearranjo de drenagem na alta bacia hidrográfica do rio Branco na Amazônia Setentrional. Os resultados permitiram identificar uma série de evidências geomorfológicas integradas entre si e indicativas de processos de pirataria fluvial, com destaque para cotovelos de drenagem, baixos divisores e paleocanais fluviais. Sendo assim, confirmam que no passado os rios Uraricoera e Tacutu - formadores do rio Branco - integravam a Bacia Hidrográfica do rio Essequibo que desagua no Caribe. Porém, graças à erosão regressiva das paleo-cabeceiras do rio Branco foram interceptados e integrados à Bacia Amazônica.
DOI: 10.20502/rbg.v22i3.2016
URI: https://hdl.handle.net/10216/138874
Document Type: Artigo em Revista Científica Internacional
Rights: openAccess
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Internacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
522924.pdf1.97 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.