Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/136464
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dc.creatorJoana Rita Pasion Ferreira
dc.date.accessioned2025-11-13T13:21:04Z-
dc.date.available2025-11-13T13:21:04Z-
dc.date.issued2021-09-24
dc.date.submitted2021-09-29
dc.identifier.othersigarra:499861
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/136464-
dc.descriptionHá um consenso crescente de que os sistemas de diagnóstico disponíveis são insuficientes e carecem de validação empírica. As perturbações mentais não são independentes e a investigação revela uma série de mecanismos transversais que estão na base da comorbilidade entre manifestações psicopatológicas. Uma solução para superar as limitações de classificação atuais surge de novos modelos com base empírica - o modelo de Internalização-Externalização e Reserach Domain Criteria (RDoC). O trabalho atual abrange esses dois quadros e conduz um conjunto de estudos em torno de um índice fisiológico da matriz RDoC - o Error-Related Negativity (ERN). O ERN está representado em vários construtos RDoC (Performance monitoring, Inhibitory Control, Reward Learning, Sustained Threat) e é considerado um marcador transdiagnóstico da internalização e externalização. Consistente com resultados anteriores, o Estudo 1 - uma meta-análise de 160 estudos publicados (N = 8123) - testa as hipóteses de que amplitudes ERN mais altas e reduzidas estão, respetivamente, associadas a problemas de internalização e externalização. Encontramos evidência para esse efeito dissociável, mas os efeitos foram menores para a internalização enquanto moderados por tarefas incluindo contingências de punição. A partir da última evidência, desenvolvemos uma tarefa no Estudo 2 para medir a modulação de ERN no construto RDoC de Sustained Threat (N = 46). Encontramos evidência de que as amplitudes do Pe (mas não ERN) foram maiores para a contingência de punição por ameaça sustentada, particularmente no grupo de alta ansiedade. Para o ERN, o efeito aversivo da ameaça sustentada foi observado exclusivamente para o grupo de baixa ansiedade. No Estudo 3 (N = 182), não se encontrou a dissociação de ERN preconizada no Estudo 1, nomeadamente quando se controlou a variância partilhada entre internalização e externalização. Neste estudo, os construtos RDoC incluindo várias unidades de análise (autorrelato, comportamento, ERN e outras métricas fisiológicas) foram mais informativos para explicar os padrões de comorbidade implicados na internalização (Performance monitoring, Inhibitory Control) e externalização (Sustained Threat). As implicações para a investigação e prática clínica são discutidas à luz das descobertas atuais.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleRDoC'ing the internalizing-externalizing spectrum: towards empirically-based models of psychopathology
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/0262-mz86
dc.identifier.tid101551940
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
Appears in Collections:FPCEUP - Tese

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