Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/131467
Author(s): Alexandre dos Santos Marques
Title: Projetar na Execução, o arquiteto no estaleiro
Issue Date: 2020-12-14
Abstract: In the practice of architecture, as an elemental part of a bigger process that aims to build, designing plays an indirect role, since it does not, by itself, originate the building. This particular aspect generates a distance between the architect´s direct work and his eventual goal. A space rife with the possibility to exalt or distort the original intention. In that space, the architect plays an undefined role, since generally, the systematization of the architectural pratices limits itself to the design stage. This research aims to close the gap between the architect and his built work, by analysing the methods and intentions of those who approach the building site as a stage for the architectural process, just another phase of his professional practice. The knowledge provided by the direct contact with the construction details, materials, methods and sensations, with which you make architecture, the self confidence needed to adjust the design to the unforseen circunstances of reality, all of this is born from an experience that can only be aquired in loco. An experience that leads the architect to design as one would build. This search, for that which leads to the architect's approach or withdrawal from the building site, is comprised by the analysis of several aspects: the evolution of this relationship throughout history; the legal prohibitions or obligations currently in place in Portugal; the means with wich the architect can shorten that gap and, at lastly, the architects within my context, the Escola do Porto, position themselves in this matter.
Description: Em arquitetura, como parte integrante de um processo cujo objetivo é a edificação, o ato de projetar representa um método indireto uma vez que não origina, por si só, a obra. Esta particularidade leva a que se gere uma distância entre a atividade do arquiteto e a sua finalidade. Um espaço propício a que se enalteça ou desvirtue a intenção original, onde o arquiteto desempenha um papel indefinido, já que a sistematização das práticas de arquitetura se tem cingido, sobretudo, à fase do projeto. Com esta investigação pretende-se aproximar o arquiteto da obra construída, ao analisar os métodos e as intenções de quem vê o estaleiro como um palco para a atividade do arquiteto, uma outra fase da sua prática profissional. A sabedoria que provém do entendimento prático dos sistemas construtivos, o léxico imaginário de materiais, métodos, sensações, com que se desenha a arquitetura, a confiança necessária para ajustar o projeto às inesperadas circunstâncias do real, são tudo experiência que se adquire in loco. Experiência que leva o arquiteto a projetar como quem executa, a desenhar como quem constrói. Na procura daquilo que leva ao afastamento/aproximação entre o arquiteto e o estaleiro, faz-se um estudo da evolução desta relação ao longo da história da Arquitetura Ocidental; daquilo que lhe é permitido ou imposto atualmente em Portugal; dos meios pelos quais ele pode encurtar esta distância e, por fim, da posição dos arquitetos que pertencem ao contexto da Escola do Porto, perante estas questões.
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
TID identifier: 202630633
URI: https://hdl.handle.net/10216/131467
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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