Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/130858
Author(s): Luís Pedro Ferreira da Silva
Title: Das espécies de espaços aos espaços da espécie. Princípios de observação do espaço como condição da sua organização actual
Issue Date: 2016-03-09
Abstract: The dialectic process of transformation of what, in a wider sense, is called Space, into a human (humanized) Space, constitutes a ever-increasing dynamic, which, at the same time, raises instruments and lore each time more disjointed. The logics that induces, strongly disarticulated and subdivided. incite impact at the physical expression of the territory and the environment, creating the so-called Space Kinds2. As opposed to the revolvement and fragmentation of Space, stands the notion of Space according to Ecology and environmental Ethic as material unit, reflecting that the Space on which the Specie features is finite, not only in its physical dimension, but also, and mostly, in the expirable conditions of the biophysical balance. This concept of Specie's Space is the integrated sphere of a renovated and growing relationships diversity. Architecture as a millenary activity of the human place-habitat invention, as a discipline with a civic and collective responsibility, acts over this diversity within this juncture. 3 The present thesis' purpose lays in this conceptual context over which the Architect acts, suggesting a recognition, in a renovated and perhaps broaden manner, of its reflection and acting field. Within this objective the paper was structured according to 4 parts. Part I suggests a concept redefinition and consequent preconception liberation, proposing a system of significant-vocabulary inherent to the extent of the Architectonic Equation Expansion. Three larger domains, on which the anthropic action moves, emerge as referential where the notions of Space and Specie are reflected: the Geo, the Bio and the Homo; as well as two subdomains of the spatial organization's anthropic products the Geoanthropic and the Bioanthropic. At Part II the Specie's Space lexicon and syntax are recognized as the Geoanthropic and Bioanthropic taxonomy. By the lexicon is established a reference to the Space organization elementary entities, and by the syntax the relations to the territorial base are interdependently explicit. This grammatical structure conforms a systematic recognition of the architectonic context. Part III identifies the semantics of that lexicon's and syntax's production and organization, accordingly to different «Architecture Ages». The exhibit of the anthropic products' properties following a recognition time-long allows an explanation of the fundamental principles of the evolution and ways of conceiving and organizing the Specie's Space. This contextualization, besides enabling an interlinked way of structuring spatial elements' interdependency, suggests prospectively the emergency of an Age IV, stated at Part IV of this thesis.
Description: Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto Resumo do Projeto: O processo dialéctico de «transformação» do que, de modo abrangente, se designa Espaço, num Espaço humano (humanizado), constitui uma dinâmica cada vez mais intensa que, paralelamente, suscita instrumentos e saberes crescentemente fragmentados. As lógicas que induz, fortemente desarticuladas e sectorizadas, provocam impacto na expressão física do território e do meio ambiente, criando o que se designa Espécies de Espaços. Ao revolvimento e fragmentação do Espaço contrapõe-se a noção de Espaço à luz da Ecologia e da Ética ambiental, como unidade material, reflectindo que o Espaço de que a Espécie dispõe é finito, não só na sua extensão física como, e sobretudo, nas condições expiráveis do equilíbrio biofísico. Este conceito de Espaço da Espécie é o âmbito integrado de uma renovada e crescente diversidade de relações. A Arquitectura, como actividade milenar da invenção do lugar-habitat humano, disciplina de responsabilidade cívica e colectiva, actua nesta conjuntura sobre esta diversidade.1 O propósito da presente tese revê-se neste contexto conceptual onde actua o Arquitecto, sugerindo reconhecer, de modo renovado e porventura ampliado o seu campo de ponderação e actuação. Com este objectivo o trabalho foi estruturado em 4 partes. Na Parte I sugere-se a redefinição de conceitos, e consequente libertação de pré-conceitos, propondo-se um sistema de significantes-vocábulos próprios da abrangência da Ampliação da Equação Arquitectónica. Emergem então, como referenciais onde se reflecte a noção de Espaço e a noção de Espécie, três domínios maiores em que se move a acção antrópica, o Geo, o Bio e o Homo, bem como dois sub-domínios dos produtos antrópicos da organização espacial , o Geoantrópico e o Bioantrópico,. Na parte II, reconhece-se o léxico e a sintaxe do Espaço da Espécie como taxonomia do Geoantrópico e do Bioantrópico. Pelo léxico estabelece-se uma referencia às entidades elementares da organização do Espaço, e pela sintaxe explicitam-se, em interdependência, as relações de base territorial. Esta estrutura gramatical conforma um reconhecimento sistémico do contexto arquitectónico. Na parte III, identifica-se a semântica da produção e organização desse Léxico e dessa Sintaxe, de acordo com diferentes «Idades da Arquitectura». A exposição de propriedades dos produtos antrópicos segundo um tempo-longo de reconhecimento permite explicitar princípios fundamentais da evolução e dos modos de conceber e organizar o Espaço da Espécie. Esta contextualização além de viabilizar um modo interligado de estruturar a interdependência dos elementos espaciais sugere prospectivamente a emergência de uma Idade IV, enunciada na parte IV da tese.
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
DOI: 10.34626/ye99-cs58
TID identifier: 101532342
URI: https://hdl.handle.net/10216/130858
Document Type: Tese
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Tese

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