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https://hdl.handle.net/10216/13020Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Monteiro, Isabel Paula Jorge Mendonça | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2014-01-30T01:13:46Z | - |
| dc.date.available | 2014-01-30T01:13:46Z | - |
| dc.date.issued | 2000 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 000105637 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/13020 | - |
| dc.description.abstract | Este trabalho trata da desconstrução e experimentação do paradigma soneto, bem como da própria linguagem, realizadas por E. M. de Melo e Castro na sua obra Poligonia do Soneto (1963). A obra poética Melo e Castro afirma-se, praticamente desde o início, como uma proposta de investigação das diversas realizações do poético e como tentativa de criação de um novo discurso alcançado através da dissolução das normas, formas e linguagens poéticas tradicionais. Inserida na Poesia Experimental, a produção textual de melo e Castro propõe-se como uma prática de desarticulação sintáctica, como uma consequente perda de semanticidade, ao colocar a tónica do lado do significante. A concretização textual da Poesia Experimental estabelece-se como um excesso de materialidade graças à multiplicação fónica e gráfica do significante, liberto do significado, e impõe-se como objecto erotizado privado sos seus fundamentos conceptuais imediatos. Os textos produzidos por E. M. de Melo e Castro concretizam a necessidade experimental de fracturar, de fragmentar as organizações textuais e poemáticas. A matéria verbal e as estruturações textuais são questionadas para potenciarem formalizações. Poligonia do Soneto insere-se neste exercício dilacerador e recriativo das formas petrificadas pela cultura. Paradigma exemplar da lógica discursiva, o soneto atrai o poeta experimental Melo e Castro enquanto objecto que apela e se entrega a uma dissecação laboratorial. Pela sua forte componente silogística, pela sua temática subjectiva, pela sua rígida estruturação geométrica e numérica, o soneto surge como corpo ideal para a prática subversiva. Visando a exposição e a experimentação do objecto soneto para alcançar um dinamismo multiplicador das suas relações estruturais e dos seus sentidos, Poligonia do Soneto apresenta-se como exercício transgressor de um modelo morfológico e organizativo fossilizado pela cultura. | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Porto : [Edição do Autor] | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.source.uri | http://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000105637 | pt_PT |
| dc.subject | Poesia experimental | pt_PT |
| dc.title | Dissolução e reinvenção do soneto em E. M. de Melo e Castro | pt_PT |
| dc.type | Dissertação | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/neq8-1113 | - |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Letras | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 1 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000115269166 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Appears in Collections: | FLUP - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 3290TM01PISABELMONTEIRO000069247.pdf | 9.94 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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