Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/129025
Author(s): Fabiana Carina Contessoto
Title: A Beleza do Desastre: uma análise arquitetónica de Blade Runner
Issue Date: 2019-11-08
Abstract: More than a manifesto of Philip K Dick's ideals, Do Androids Dream of Electric Sheep?, that resulted in bringing Ridley Scott's Blade Runner and Denis Villveneuve's Blade Runner 2049 to life, it is the base for developing an imaginary that connects architecture. and science fiction cinema. The development of a dystopia based on a real city, Los Angeles, to its future version, follows the language of urbanism, developing themes such as density, mobility, hierarchy and the ecosystem, always directly linked to plot events such as nuclear wars, natural disasters and the extinction of all animal life. The connection between the two disciplines is presented here through the coherence of city evolution over the years and the importance of scenography in the cinematographic construction, exposing specific cases that deserve to be highlighted in both films. The analysis involves identifying the possible cinematographic and architectural references used by the filmmakers and exploring the architecture of the highlighted scenes as well as their spatiality and design. Finally, it is intended to analyze the veracity of the constructions imagined by Ridley Scott in 1982 to the present day and to understand how the exploration of a dystopia managed to obtain a result in which we can find beauty in a disaster. Since cinema is a form of architecture representation and it is an indispensable way of conveying ideas or concepts that complement a plot, the architectural analysis of both films involves the understanding of how spatial conception is used to tell a story and how it is so relevant or, in some cases, more relevant than the narrative itself.
Description: Mais do que um manifesto dos ideais de Philip K Dick, Do Androids Dream of Electric Sheep?, que deu vida aos filmes Blade Runner de Ridley Scott e Blade Runner 2049 de Denis Villveneuve, é a base do desenvolvimento de um imaginário que liga a arquitetura e o cinema de ficção científica. A criação de uma distopia que parte de uma cidade real, Los Angeles, para a sua versão no futuro, segue a linguagem do urbanismo, desenvolvendo temas como a densidade, mobilidade, hierarquia e o ecossistema, sempre diretamente ligados aos eventos do enredo como guerras nucleares, catástrofes naturais e a extinção da vida animal. A conexão entre as duas disciplinas é aqui apresentada através da coerência da evolução citadina ao longo dos anos e da importância da cenografia na construção cinematográfica, expondo casos específicos que merecem destaque em ambos os filmes. A análise passa por identificar as possíveis referências, tanto cinematográficas como arquitetónicas, utilizadas pelos realizadores, e por explorar a arquitetura dos locais destacados, assim como a sua espacialidade e desenho. Por fim, pretende-se analisar a veracidade das construções imaginadas por Ridley Scott no ano de 1982 na atualidade e compreender como a exploração de uma distopia conseguiu obter um resultado no qual podemos encontrar "beleza num desastre". Sendo o cinema uma forma de representação da arquitetura e esta uma forma imprescindível de transmitir ideias ou conceitos que complementam um enredo, a análise arquitetónica de ambos os filmes passa por compreender como a conceção espacial é utilizada para contar uma história e como esta é tão relevante ou, em alguns casos, mais relevante do que a própria narrativa.
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
TID identifier: 202631087
URI: https://hdl.handle.net/10216/129025
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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