Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/125370
Author(s): Fernandes, Mário
Marques, Helder
Title: Mapas temáticos da viticultura portuguesa: "Contribuição para o Cadastro dos Vinhos Portugueses na Área de Influência da J. N. V."(1942)
Issue Date: 2017
Abstract: In Portugal, in the historical cartography of viticulture, there are two important phases in which the use of cartography was recurrent: the first was essentially at the beginning of the last quarter of the nineteenth century, when the surveys and publications of the base cartography were consolidated, until the fall of the monarchical regime; the second began with the phase of political affirmation of the Estado Novo, and ended in the fifties of the last century.In the context of the sectoral or productive sector corporate bodies created by the Estado Novo, the case of the Junta Nacional do Vinho (1937) is unavoidable. For her, the competences that were previously assigned to the Federação dos Viticultores do Centro e Sul de Portugal (1933) were transferred.It is precisely from this period that the initiatory example presented and analyzed here is substantiated by the publication in two volumes of the Contribuição para o Cadastro dos Vinhos Portugueses na Área de Influência da J. N. V., whose fieldwork began in 1939 and refers to date of 1942 in the face of both volumes, although it was actually printed in December 1943.This is the survey and analysis of soils, the chemical characteristics of musts, as well as organoleptic conditions, since defective practices in wine production are recurrent, which, in a context of predominance of small producers, would only be partially mitigated by creation, in the 50's, of the network of wineries cooperatives.
Description: Em Portugal, no que à cartografia histórica da viticultura diz respeito, existem duas fases marcantes em que o uso da cartografia foi recorrente: o primeiro, descola essencialmente no dealbar do último quartel do século XIX, quando os levantamentos e publicações da cartografia de base se consolidaram, e prolongou-se, grosso modo, até à queda do regime monárquico; o segundo, iniciou-se com a fase de afirmação política do Estado Novo e encerrou-se, sensivelmente, pelos anos 50 do século passado.No contexto dos organismos corporativos de regulação setoriais ou de fileira produtiva criados pelo Estado Novo, o caso da Junta Nacional do Vinho (1937) é incontornável. Para ela foram transferidas as competências que anteriormente estavam acometidas à Federação dos Viticultores do Centro e Sul de Portugal (1933).É, justamente deste período o exemplo iniciático que aqui se apresenta e analisa, consubstanciado na publicação, em dois volumes, da Contribuição para o Cadastro dos Vinhos Portugueses na Área de Influência da J. N. V., cujos trabalhos de campo se iniciaram em 1939 e que refere a data de 1942 no rosto de ambos os volumes, embora tenha sido impresso, de facto, em dezembro de 1943.Trata-se do levantamento e análise de solos, das características químicas dos mostos, bem como das condições organoléticas, dado serem recorrentes as práticas defeituosas na produção vinícola, as quais, num contexto de predomínio de pequenos produtores, só em parte seriam mitigadas com a criação, nos anos 50, da rede de adegas cooperativas.
Subject: Cartografia
Cartography
URI: https://hdl.handle.net/10216/125370
Document Type: Artigo em Revista Científica Internacional
Rights: openAccess
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Internacional

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