Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/119364
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dc.creatorBruna Filipa Ribeiro Nunes
dc.date.accessioned2019-03-22T00:08:35Z-
dc.date.available2019-03-22T00:08:35Z-
dc.date.issued2018-11-06
dc.date.submitted2019-03-21
dc.identifier.othersigarra:321403
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/119364-
dc.descriptionSer "sustentável" não é um exclusivo pós-moderno.A Arquitectura depende hoje, mais do que nunca, do resgate do criticismo da Modernidadee da visita ao Passado, para que uma obra arquitectónica esteja em "Permanência", esta nãodepende de um conceito-chave, mas sim, de SER e NASCER (parafraseando Távora), "dopovo e da Terra", espontânea como uma flor, de acordo com condicionantes oferecidas pelaenvolvente.Nos anos 60, uma nova postura, associando consciência e responsabilidade, nascia paraassegurar a recuperação da qualidade das habitações, o respeito pela natureza e pela centralidadedo Homem na arquitectura, promovendo a atenção às características da envolvente, paradesenvolver uma arquitectura no "presente", livre de impacto maléfico no futuro. A"sustentabilidade" apresentava-se como um "resgate" relativamente à Arquitectura ModernaInternacional, de um abstraccionismo aniquilante de toda a forma de intervenção assentenas raízes, no "sítio", nas pessoas e na sensibilidade face à Arquitectura Regional, nascida dasimbiose entre necessidade e racionalidade. Postura racional, não fosse a possibilidade de,na análise do "processo moderno", se ler uma comovente variedade de formas de discursoe estratégias de intervenção deixadas à humanidade pelos distintos mestres do século XXque provam que as preocupações "sustentáveis" sempre se fizeram representar nas obras dosmestres. A nível internacional, em Le Corbusier, Frank Lloyd Wright, Mies van der Roheou Alvar Aalto. Em Portugal: em Raul Lino, Fernando Távora, Alfredo Viana de Lima ouÁlvaro Siza Vieira.Em oposição ao Movimento Internacional do pós-guerra, e no curso da reflexão(alcançada internacionalmente no epicentro da Modernidade - CIAM - como, em Portugal,especialmente, a partir do I Congresso de Arquitectura de 1948) de que a Arquitecturaprecisava de ouvir os ecos do "coração da cidade", aprender com os movimentos da História ecom a história dos "sítios" no apreço pela união entre erudição e saber popular, estabeleceramsenovas proposições que, com o auxílio da consciência e amabilidade, alteraram o futuro daArquitectura no mundo.É assim, num renovado olhar sobre os passos dados na Arquitectura da primeira modernidadeInternacional e Portuguesa do século XX, que se procura provar a intemporalidade dosargumentos da "sustentabilidade".
dc.description.abstractTo be "sustainable" is not a post-modern attitude.Architecture relies, more than ever, in the relearning of the Modern Era critical spiritand the revisiting of the past, to proof that an architectural work does not depend on a keyconcept. Instead, it depends on "being born", paraphrasing Távora, "from the people and fromthe land", in accordance with conditioning factors established by the surroundings.In the 60s, a new posture, linking conscience and responsability, was born to assure thereturn of dwelling quality, the respect for nature and the central position of Men, promotingthe focus on the features of places, for a "present" architecture free of a negative impacton the future. "Sustainability" was presented as a rescue against the International ModernArchitecture, known for its destruction habilities towards all forms of architeture based onidentity, on the place, on the people and the sensitivity regarding Regional Architecture,born of the symbiosis between necessity and rationalism. It seemed a rational stance, wereit not for the possibility of modern architecture to prove that such features can be felt in atouching variety of languages and interventions left to posterity by the revered masters ofthe 20th century architects, and that "sustainability" concerns as always proven to exist inthe works of Architects both in the World, such as Le Corbusier, Frank Lloyd Wright, Miesvan der Rohe, Alvar Aalto, and in Portugal, Raul Lino, Fernando Távora, Alfredo Viana deLima or Álvaro Siza Vieira.In opposition to the internacional post-war movement and the reflexion (achieved at theepicenter of modernism - CIAM - as in Portugal, specially from the I Congress of NacionalArchitecture, in 48) that architecture must hear the echoes of the "Heart of the City" and learnfrom the historical past and the history of places, in appreciation of the conection betweenerudition and popular knowledge.Through a renewed look at the steps taken in the architecture of the first Internationaland Portuguese modernity of the 20th century, we intend to prove the timelessness of theso-called "sustainable" arguments.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectArtes
dc.subjectArts
dc.titleOlhar o passado em defesa do futuro
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.subject.fosHumanidades::Artes
dc.subject.fosHumanities::Arts
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Arquitetura
thesis.degree.grantorFaculdade de Arquitectura
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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