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https://hdl.handle.net/10216/118486Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Kátia Filipa Lemos de Sousa | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-10T23:22:20Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-10T23:22:20Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-05 | |
| dc.date.submitted | 2019-01-24 | |
| dc.identifier.other | sigarra:309183 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/118486 | - |
| dc.description | Desde a independência de Moçambique que a discussão sobre o espaço informal e a casa autoproduzida em Maputo se tem tornado, progressivamente, mais inclusiva nas suas potencialidades e virtudes. No entanto, apesar deste indício, três quartos da população total do país ainda reside em slums e, visto que a população total cresce anualmente entre 3,2% e 5%, é possível que o problema se intensifique no decorrer do tempo, se não for solucionado de uma forma sustentável e integrante da heterogeneidade de cenários. A presente dissertação, para além de contemplar as diferentes aproximações a este problema, foca-se num programa existente de assistência básica de habitação, designado Kaya Clínica, sediado no bairro de Benfica na cidade de Maputo. Por sua vez, e numa tentativa de oferecer uma contribuição positiva para o mesmo, este estudo debruça-se sobre a hipótese de um primeiro andar sobre as casas existentes, antevendo possíveis efeitos positivos resultantes da intensificação da densidade urbana - como a quantidade e variedade de oportunidades para um maior número de moradores. Para tal, foram entrevistados onze casos de estudo no bairro Benfica, de forma a compor uma ideia do atual processo de autoprodução da casa, com o objectivo de refletir sobre este sonho e a construção do módulo do primeiro andar. Assim, a informação obtida em campo, aliada a dados de estudos existentes, foram repartidos em três temas principais: (1) o financiamento, onde se procura questionar de que forma os residentes adquirem capital para a construção da casa; (2) materiais e mão de obra, ou seja, como se processa a composição da casa; e (3) projeto de arquitetura e como os hábitos quotidianos se espelham na distribuição de espaços. Num contexto como o do bairro de Benfica, onde é evidente a preponderância do método de autoprodução da casa, torna-se relevante compreender a adaptação ou regeneração do papel do arquiteto, de forma a contribuir para a formação de uma visão urbana sustentável, mas também abrangente, das diferentes singularidades. | |
| dc.description.abstract | Progressively, since Mozambique's independence, the discussion on the informal space and self-produced house in Maputo has been increasingly more inclusive of its positive and diverse potentialities. But, despite this evidence, three quarters of the country's total population still lives in slums. And given that, annually, the estimate growth rate alternates from 3,2% to 5%, it's likely that the problem intensifies with time, if not handled in an sustainable way. The present dissertation contemplates the various approaches on the resolution of this problem, subsequently focusing on the operation of one in particular, the Kaya Clínica project, held in the neighbourhood of Benfica in the city of Maputo. And as a way of building a pragmatic contribution to this same entity, and foreseeing achievable positive outcomes of urban densification - on the amount and variety of opportunities for a larger number of people - this study considers the hypothesis of building a first floor above previously existing houses. To achieve this, eleven case study houses and families were surveyed to reflect on the current method of self-production of the house, and its adaptation to the construction of the module of the first floor. Accordingly, these findings along with the data of other studies, were branched into three main themes: financing, which intends to question how the dwellers gather financial resources to assemble the house; materials and skills, in other words, in what way is the house formed, and with which elements; and architectural project, and how daily behavior configures the house plan. In a context like Benfica, where the preponderance of self-construction is evident, it is relevant to understand how the architect's role is reshaping and readapting, in order to consciously assign a sustainable view over the urban city. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Artes | |
| dc.subject | Arts | |
| dc.title | Maputo: densificação autoproduzida. O sonho do primeiro andar sobre a casa existente | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Arquitectura | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/hc6j-j126 | |
| dc.identifier.tid | 202377865 | |
| dc.subject.fos | Humanidades::Artes | |
| dc.subject.fos | Humanities::Arts | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Arquitetura | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Arquitectura | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 309183.pdf | Maputo: densificação autoproduzida. O sonho do primeiro andar sobre a casa existente | 47.6 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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