Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/115393
Author(s): Leite, Isabel Pereira
Title: Impossível é não viver (José Luís Peixoto) : o que nos mostram as cartas
Issue Date: 2017
Abstract: In conceptual terms, there are two main parts in this text. The first one contextualizes the practice ofwriting letters. As Roger Chartier says, between the XVI and the XVIII centuries, the western societies developeda rather unique practice in which the written word emerges. Before that, it was more or less in the realm of theelites. However, from the XIX century on, all kinds of written registers, apart from any specific classification ortipology, become common among social groups that, by definition, were not at all connected with the practiceof writing letters. The second part is made up of various examples of letters written by very different peoplein very diverse spaces and centuries. Do these letters have anything in common? Are they very different fromeach other, considering feelings regardless its contextualization? What do their authors expect? And, in theend, what is the quality that impresses us most? Surely the pure and simple understatement everyone clearlyleaves us: we are all human beings. That is the guideline printed in all the 23 letters chosen.
Description: O presente artigo é composto por duas partes distintas. Na primeira o principal objetivo prendesecom a contextualização da prática epistolográfica. De acordo com Roger Chartier, entre o século XVI e o séculoXVIII, as sociedades ocidentais foram desenvolvendo uma cultura única da palavra escrita. Até então, apenaspodemos considerar elites bem circunscritas. A partir do século XIX, no entanto, a multiplicação de registosescritos, independentemente de qualquer tipologia, atinge transversalmente níveis inimagináveis algumtempo antes. Convém, porém, não esquecer que, como afirma Michel de Certeau, é o leitor quem confere significado ao texto. Na segunda parte deste artigo, surgem exemplos concretos do que entendemos ser o fiocondutor que nos une através dos séculos. Entre as cartas de vultos tão afastados no tempo e tão diversos nosseus interesses, o que poderá haver de comum? Santo Agostinho, Felipe II, Mozart, Vieira da Silva, entre maisde duas dezenas de outros nomes assinados em folhas de papel, testemunham momentos de dúvidas e certezas;de guerra e de paz; de saudade e reencontro. Em suma, mesmo na adversidade, prezam a vida.
Subject: Humanidades
Humanities
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/115393
Document Type: Artigo em Revista Científica Nacional
Rights: openAccess
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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