Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/112278
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dc.creatorSónia Celeste Pereira da Cunha
dc.date.accessioned2025-11-05T01:03:05Z-
dc.date.available2025-11-05T01:03:05Z-
dc.date.issued2018-06-07
dc.date.submitted2018-06-12
dc.identifier.othersigarra:269122
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/112278-
dc.descriptionOs operacionais de emergência médica pré-hospitalar, no exercício das suas funções, estão diariamente expostos a cenários com reconhecido potencial traumático e impacto negativo a nível laboral e pessoal, tendo um risco de desenvolver problemas de saúde mental superior ao da população em geral. Pela relevância destes profissionais na sociedade, existe interesse crescente no estudo das suas condições de trabalho, bem como dos fatores de risco e de proteção que poderão criar ambientes de trabalho saudáveis e promover o bem-estar psicológico. Pretende-se conhecer o impacto do stress associado a incidentes críticos em operacionais de emergência médica pré-hospitalar, nomeadamente ao nível da ansiedade, depressão, trauma, resiliência e coping. Os dados foram recolhidos junto de 743 profissionais do INEM (91% técnicos de emergência pré-hospitalar, 8% enfermeiros e 1% psicólogos), utilizando as versões portuguesas da Resilience Scale (Wagnild, & Young, 1993), Depression Anxiety Stress Scales (Lovibond, & Lovibond, 1995), Brief Resilient Coping Scale (Sinclair, & Wallston, 2004), Impact of Event Scale (Weiss, & Marmar, 1997) e Brief Cope (Carver, Scheier, & Weintraub, 1989). Os resultados revelaram níveis reduzidos de ansiedade, depressão, stress e trauma, moderados a elevados de resiliência, baixo a moderados de coping resiliente e elevados de coping funcional (focado no problema e na emoção), embora 19% dos profissionais apresentassem trauma. Foram encontradas algumas diferenças em função das variáveis sociodemográficas e profissionais, nomeadamente, sexo, estado civil, existência de filhos, anos de serviço e área de atividade, sendo que os anos de serviço, o exercício da profissão em dois contextos distintos e a exposição indireta constituem fatores de risco. Os incidentes críticos com maior potencial traumático são imprevisíveis (acidentes, paragem cardiorrespiratória), resultam em consequências trágicas (morte) e envolvem crianças. A resiliência parece ser desenvolvida em função das estratégias de coping utilizadas e do modo como os incidentes críticos são geridos. Sugere-se a realização de estudos longitudinais e qualitativos que incluam outras variáveis psicológicas, como o sentido de coerência e a ideação suicida, bem como aprofundar a análise da capacidade preditiva da resiliência em relação ao trauma.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleStress e incidentes críticos em operacionais de emergência médica pré-hospitalar
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/sye6-ek31
dc.identifier.tid101529155
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
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