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https://hdl.handle.net/10216/111493Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Maria de Fátima Costa de Sá Correia de Sousa | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-08T15:45:31Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-08T15:45:31Z | - |
| dc.date.issued | 2018-01-23 | |
| dc.date.submitted | 2018-04-06 | |
| dc.identifier.other | sigarra:260763 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/111493 | - |
| dc.description | Esta investigação tem como finalidade estudar a legitimidade e a viabilidade de construir o discurso filosófico em LGP numa aula de Filosofia do ensino secundário, em contexto de surdez. Partindo de um prévio esclarecimento acerca dos conceitos de língua, língua gestual, filosofia e da relação entre língua e filosofia, constituí como objeto de estudo a língua gestual portuguesa a partir da fala de alguns/as gestuantes Surdos/as. Procurei perceber que recursos linguísticos são utilizados por essas/es gestuantes Surdas/os para resolverem o problema linguístico-cognitivo da não existência de léxico filosófico standard que cubra todos os conceitos filosóficos. A problemática e as perspetivas epistemológicas conduziram à criação de um corpus de produções gestuais a partir de textos filosóficos, apresentando cada um deles um conceito sem termo linguístico correspondente em língua gestual portuguesa ou cujo signo gestual remeta para um sentido diferente do sentido filosófico presente no texto. Foi produzido um dispositivo para a recolha e análise da informação constituído pela gravação das produções gestuais em vídeo e a construção de grelhas de transcrição e quadros de categorização da informação. A investigação permitiu-me justificar a legitimidade do discurso filosófico em língua gestual portuguesa e a análise do corpus construído permitiu-me concluir a sua viabilidade tendo constatado que as/os gestuantes Surdas/os que colaboraram neste trabalho recorreram preferencialmente à composição e empréstimo interno como forma de resolver o problema, embora uma minoria tivesse utilizado a dactilologia. Estas conclusões sugerem a necessidade de alargar o estudo a mais conceitos e a um número maior de gestuantes. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Ciências da educação | |
| dc.subject | Educational sciences | |
| dc.title | E do gesto se faz mundo: aprender/ensinar filosofia em LGP | |
| dc.type | Tese | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/4wg3-4e55 | |
| dc.identifier.tid | 101590865 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Ciências da educação | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Educational sciences | |
| thesis.degree.discipline | Programa Doutoral em Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 2 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Tese | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 260763.pdf | E do gesto se faz mundo: aprender/ensinar filosofia em LGP | 3.99 MB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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