Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/111483
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorChamusca, Pedro
dc.creatorFernandes, José Alberto Rio
dc.date.accessioned2022-09-16T09:44:09Z-
dc.date.available2022-09-16T09:44:09Z-
dc.date.issued2017
dc.identifier.othersigarra:226063
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/111483-
dc.descriptionNum tempo de desregulação que turistifica as áreas antigas de muitas cidades e promove a sua gentrificação (populacional e económica), o urbanismo revisita as suas origens e convicções, face à necessidade de encontrar novos rumos que possam promover não apenas a competitividade e a inovação, mas também - sobretudo? - a resposta às aspirações de populações social e economicamente mais fragilizadas. É esse o contexto em que se insere a reflexão que trazemos, associada à valorização das "lojas-memória" e à proteção de formas e usos com grande significado nas cidades, numa altura em que observa um intenso processo de aumento de visitantes face a residentes, de alteração da oferta de bens e serviços e de alteração dos tempos de uso. É a responsabilidade da Geografia que está em causa, numa relação com o tecido económico e uma ideia património que vai além do monumento e do centro histórico.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofAs dimensões e a responsabilidade social da Geografia: XI Congresso da Geografia Portuguesa: livro de atas
dc.rightsopenAccess
dc.subjectGeografia
dc.subjectGeography
dc.titleComércio-memória: para quê e para quem?
dc.typeArtigo em Livro de Atas de Conferência Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
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