Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/110024
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dc.creatorMarisa Manuela Fagundes Ávila
dc.date.accessioned2025-11-11T08:26:41Z-
dc.date.available2025-11-11T08:26:41Z-
dc.date.issued2017-12-12
dc.date.submitted2018-01-10
dc.identifier.othersigarra:241502
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/110024-
dc.descriptionEm Portugal são detetados cerca de 6088 novos casos de cancro da mama (CM) por ano. Apesar do aumento da taxa de sobrevivência e da evolução dos tratamentos médicos, o CM constitui uma fonte de preocupação para a sociedade. As relações de proximidade emocional apresentam um papel central na promoção da saúde e do bem estar; no entanto, pese embora a constatação empírica, verifica-se que a investigação na adaptação ao CM carece de abordagens de natureza mais relacional e sistémica que possam aprofundar o conhecimento dos processos emocionais e das interações relacionais associados à adaptação. O presente trabalho apresenta a operacionalização da Teoria da Vinculação na compreensão individual e diádica da adaptação ao CM, na medida em que se orienta para (a) o estudo individual dos efeitos da vinculação, e dinâmicas emocionais associadas, na adaptação (i.e., qualidade de vida), ao CM de acordo com a perspetiva da paciente e de acordo com a perspetiva do companheiro amoroso (i.e., percepção de sobrecarga do cuidador), e (b) o estudo da vinculação a partir de uma abordagem interdependente, com enfoque na avaliação dos padrões que caraterizam a dinâmica do casal, e respetivas associações com vista à adaptação (i.e., crescimento pós traumático). Os resultados demonstram que as associações entre a vinculação e a adaptação ao CM são mediadas por efeitos da regulação emocional, na perspetiva da paciente. No que concerne à adaptação do companheiro amoroso, o estudo indica que variações ao nível da vinculação segura estão associadas à manutenção da proximidade na relação amorosa, que por sua vez afetam a adaptação com implicações distintas (i.e., percepção de problemas de saúde ou percepção de autoestima). A avaliação interdependente da vinculação indica que a vinculação segura do(a) parceiro(a) está associada à adaptação do casal, suportando a hipótese de que a adaptação ao CM parece estar mais dependente da qualidade das interações do que de aspetos associados ao estatuto dos membros do casal (i.e., paciente, companheiro amoroso). O trabalho encerra com uma discussão integrada dos principais resultados, tecendo algumas considerações dos mesmos ao nível da intervenção psicológica.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleAttachment processes and breast cancer: individual and couple predictors of adaptation
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/4036-4v11
dc.identifier.tid101401736
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
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