Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/109174
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dc.creatorAna Rita Pereira da Cruz
dc.date.accessioned2019-06-22T16:40:50Z-
dc.date.available2019-06-22T16:40:50Z-
dc.date.issued2017-11-23
dc.date.submitted2017-12-13
dc.identifier.othersigarra:233296
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/109174-
dc.descriptionO termo funções executivas descreve o conjunto de processos orientadospara objetivos e estratégias de tomada de decisão. A associação entre déficeexecutivo e comportamento criminoso está bem estabelecida. Contudo, o grau emque o défice executivo caracteriza todos os tipos de comportamento criminoso nãoestá ainda claramente definido. Existem evidências que apontam para umaassociação entre défices executivos e crime violento. Contrariamente, agressoresnão violentos demonstrariam melhor desempenho executivo, comparativamentecom ofensores violentos. De igual forma, a investigação sobre a associação entrefuncionamento executivo e psicopatia conduziu a resultados mistos. Os resultadosinconsistentes na relação entre criminalidade e comportamento antissocialimpedem a identificação de mecanismos neurocognitivos específicos associadoscom o tipo de agressão cometida, comprometendo o esforço no desenvolvimentode medidas de prevenção e intervenção eficazes. Foram estudadas funçõesexecutivas e a sua associação com a criminalidade violenta e não violenta,controlando o efeito de traços psicopáticos.Cinquenta e dois ofensores violentos e 47 não-violentos, a cumprirempena de prisão em três estabelecimentos de alta segurança, foram comparados com48 controlos provenientes da comunidade, sem história de violência ou crime. Arecolha de dados incluiu a revisão dos processos individuais, uma entrevistasemiestruturada, a aplicação de um instrumento de despiste do défice cognitivoligeiro, uma bateria de avaliação neuropsicológica, bem como medidas deautorrelato de psicopatia, agressividade e impulsividade, algumas das quaisderivadas de instrumentos que foram objecto de estudos de validação.Verificou-se um efeito de grupo na componente de inibição dofuncionamento executivo, com os reclusos a revelarem um desempenhosignificativamente pior do que o verificado no grupo de controlo. No entanto, acomponente atualização foi a única a predizer o padrão dominante de crime. Osofensores revelaram pontuações mais elevadas em medidas de agressividade e nafaceta de desinibição de psicopatia.Em paralelo foi realizado um estudo exploratório dos potenciais cerebraisassociados com a componente da inibição numa amostra de indivíduos antissociaise de pessoas da comunidade sem comportamento criminal reportado.Estes resultados sugerem associações específicas entre funcionamentoexecutivo e tipo de crime. Concretamente, sugerem que o défice de inibição étransversal ao comportamento criminal, independentemente da violência,enquanto o défice de capacidade de atualização está especificamente associado aocrime violento. Os resultados sugerem também que estratégias de prevenção eintervenção podem carecer de ajuste em função dos défices neurocognitivosobservados em subtipos criminais de forma a melhorar a sua eficácia.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleExecutive dysfunction, impulsivity and violent criminal behavior
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.tid101401124
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
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