Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/109059
Author(s): Pedro Alexandre Felisberto Martins
Title: Um olhar sobre a Atividade Física e a Saúde de Funcionários Administrativos - um "estudo piloto" realizado numa Unidade Orgânica da UP
Issue Date: 2017-11-29
Abstract: The low levels of physical activity, specially during working time, have several implications on modeern society. Part of the problem seems to be the way environment was design that even unconsciously tends us towards a more sedentary behavior and on the other part, people are strugling to become more active in a physical way.With this said, our aim was to develop a study that counted on with non-teaching staff from an Organic Unit (OU) inside the University of Porto and presented the following goal: (1) Health's characterization in the work sphere towards general terms (stratification of the risk to develop cardiovascular diesis) and specific terms (measuring musculoskeletal problems and it's implication on the work place). (2) Characterize dally physical activity (DPA) and structured physical activity (SPA) habits. (3) Characterize the stage of behaviour change, decision balance and the main constraints to SPA presented by the workers.The data were collected from 28 of those non-teaching staff, corresponding to a participation rate of 87.5% with a mean age of 44.5 (± 8.50) years, using anthropometric measurements and previous validated questionnaires that included the Nordic Musculoskeletal Questionnaires, Visual Analogue Scale, Exercise Step Change of Behavior Questionnaire, Balance of Decision-to-Exercise Scale, among other habits of physical activity.The main results pointed to 46,4% of the workers with three or more risk factors for the development of cardiovascular diesis as well as 85,7% with two or more body regions with musculoskeletal pain and problems. Besides, the average worker spends six and half hours dally in a sitted position, 65% (n=13) walk less than 2 hours weekly and although 72,7% (n=16) of the workers reported a regular SPA, they did not include exercises for correct posture and their practice was not include in a work context. Finally, the time management was pointed as the main constrain. As it is this study confirmed the need to develop future intrevention projects in these domains.
Description: Os baixos níveis de prática de atividade física, em particular no local de trabalho, têm diversas implicações na sociedade moderna. Por um lado, esta situação parece ser fruto da forma como o ambiente de trabalho está pensado, que leva a comportamento mais sedentários e, por outro lado, as pessoas parecem ter dificuldade em adotar e manter comportamentos fisicamente ativos.Procurámos assim desenvolver um estudo piloto que contou com a participação de funcionários não docentes de uma Unidade Orgânica (UO) da Universidade do Porto (UP), apresentando os seguintes objetivos: (1) caracterizar o estado de saúde física no contexto laboral através dos fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e averiguando problemas musculosqueléticos e as suas implicações no local de trabalho. (2) caracterizar os hábitos de atividade física diária (AFD) e de atividade física estruturada (AFE) dos funcionários. (3) caracterizar os estados de mudança comportamental, balanço decisional e as principais barreiras que os funcionários associam à prática de AFE. Os dados foram recolhidos junto de 28 funcionários não docentes, com uma média de idades 44,5 (±8,50) anos, através de medições antropométricas e questionários - Questionário Musculosquelético Nórdico, Escala Visual Analógica, Questionário sobre os Estados de Mudança, Escala do Balanço Decisional relacionado com o Exercício Físico.Os principais resultados apontaram para 46,4% dos funcionários com três ou mais fatores de risco e 85,7% com duas ou mais regiões do corpo afetadas por problemas musculosqueléticos durante o último ano. Também verificámos que em média os funcionários passam 6 horas e meia por dia sentados, 65% (n=13) caminham menos de 2 horas por semana para de deslocarem e que apesar de 72,7% (n=16) dos funcionários afirmarem praticar regularmente atividade física estruturada (AFE), não incluem exercícios de correção postural e de uma maneira geral não praticam em nenhum momento no contexto laboral. Por último, a gestão do tempo foi apontada como a principal barreira à prática de AFE. Este estudo confirmou a necessidade de se avançar para projetos de intervenção nestes domínios.
Subject: Outras ciências sociais
Other social sciences
TID identifier : 201880784
URI: http://hdl.handle.net/10216/109059
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FADEUP - Dissertação

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