Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/108821
Author(s): Joana Alves Portela
Title: Arquitectura e res publica, da responsabilidade do comum
Issue Date: 2017-11-14
Abstract: The study focuses on the public occupation of the physical setting and on theunderstanding of the role of the architect in relation to the responsibility for thereal action itself of which the condition of its existence forms a part. The extentin which one can start a city project and another configuration of community:the common as part of a process of a 'initiation', under the abandonment of theexperience of identity as a unification, and the recall of the experience of a bein-together yet to come, in an attempt to approximate form to the res publica.In a review of the role of the architect, it is of interest today to understandthe instruments of action in the construction of the public matter. The debatearound disciplinary practice induces critical discourse, in which the making ofarchitecture implies an attitude before the responsibility of action. Critical andanalytical practices (mode of existence) are generated, capable of crossing theinstituted and implying a paradigm shift: architecture as a process of generatingknowledge in the most diversified practices with the basis of co-existence, that is,beyond finitude of the individuals in common, that which makes us connect toone another.
Description: O estudo incide na questão da ocupação pública do espaço e na compreensãodo papel do arquitecto quanto à responsabilidade pela acção concreta da qualfaz parte a condição do seu ofício. O espaço no qual se pode dar um projectode cidade e uma outra figura de comunidade: o comum enquanto processoconstituinte de uma 'iniciação', sob o abandono da experiência de identidadeenquanto unificação e a evocação da experiência de um estar-em-conjunto aindapor vir, numa tentativa de aproximação da forma à res publica.Numa revisão do papel do arquitecto, interessa hoje compreender quais osinstrumentos de acção na construção da coisa pública. O debate em torno daprática disciplinar movimenta discurso crítico, em que o fazer arquitectura implicauma posição perante a responsabilidade de acção. Geram-se práticas críticas e desíntese (modo de existência) capazes de atravessar o instituído e implicar umamudança de paradigma: a arquitectura como processo de mobilizar conhecimentonos mais variados exercícios de actuação com o fundamento na co-existência, istoé, para além da finitude dos homens em comum, aquilo que nos faz relacionarmosuns com os outros.
Subject: Artes
Arts
URI: http://hdl.handle.net/10216/108821
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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