Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/10864
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorFigueiredo, Fernando Augustopt_PT
dc.date.accessioned2012-01-21T05:22:09Z-
dc.date.available2012-01-21T05:22:09Z-
dc.date.issued2004pt_PT
dc.identifier.other000151713pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/10864-
dc.description.abstractTimor situa-se na Insulíndia, periferia do grande Arquipélago Malaio, ao norte da Austrália. O solo é montanhoso e bastante compartimentado, originando uma diversidade climática com repercussões sobre a fauna e a flora do território, e contribuindo para a formação de grupos etnolinguísticos na população que, desde o Paleolítico, o habitou. De igual modo, a organização política administrativa da sociedade timorense mais antiga reflectia essa dispersão, apesar da similitude da estrutura e do funcionamento dos reinos em que se agrupava. Aos elementos proto-malaios e à cultura austronésia predominantes, foram juntar-se, ao longo do tempo, outros grupos étnicos e várias influências próximas ou maisa longínquas, das quais se destaca, sobretudo na parte oriental da ilha de Timor, a exercida pelos portugueses. A presença portuguesa iniciada nos princípios do século XVI, esteve sempre condicionada por uma subalternidade do território que, em períodos sucessivos, se revestiu de aspectos diferentes. Logo no século seguinte, a perda de Malaca(1641) distanciou mais o arquipélago de Timor de um grande centro. Desde então,a distância, a carência de comunicações e a forte implantação holandesa na região, tornaram muito precária a sua manutenção, pelo menos até à segunda metade do séc. XIX. A dependência de Goa e Macau, entre os séculos XVIII e os finais do séc. XIX, evidenciam uma política essencialmente administrativa para a conservação da colónia, explorando sobretudo os seus recursos naturais de que o sândalo é o melhor exemplo. Por seu lado, as estruturas tradicionais indígenas mantinham-se praticamente intocáveis, possibilitando uma coexistência de tipo senhorial, que não se coadunava com as novas orientações de política colonial definidas na Conferência de Berlim.pt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherPorto : [Edição do Autor]pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000151713pt_PT
dc.subjectHistória de Timor - 1769-1945pt_PT
dc.titleTimor : a presença portuguesa (1769-1945)pt_PT
dc.typeTesept_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras-
dc.identifier.doi10.34626/dew3-5v98-
thesis.degree.grantorFaculdade de Letras-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level2-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000115269166-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
Appears in Collections:FLUP - Tese

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
N5617TD01PFERNANDOFIGUEIREDO000069005.pdf67.77 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.