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dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorGouveia, Luís Maximiano Lopespt_PT
dc.date.accessioned2009-05-25T16:51:29Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T18:10:21Z-
dc.date.available2009-05-25T16:51:29Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T18:10:21Z-
dc.date.issued2003pt_PT
dc.identifier.other4985_TMpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/10656pt_PT
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Ciência do Desporto, área de especialização em Actividade Física Adaptada, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractA preocupação e o crescente interesse pela auto-estima e pelas dificuldades de aprendizagem (DA), levou-nos ao estudo da relação entre estes dois aspectos com a actividade física, visando o sucesso escolar dos alunos. O estudo da auto-estima no contexto escolar, na sua interligação com as dificuldades de aprendizagem e a actividade física assume particular importância, e tem como finalidade proporcionar bem-estar físico, social e emocional aos alunos contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida. Neste estudo pretendemos constatar se os alunos com dificuldades de aprendizagem que recebem estímulos afectivos nas aulas de estimulação motora, apresentam níveis de auto-estima diferentes dos alunos com dificuldades de aprendizagem que não recebem qualquer estímulo.A amostra foi constituída por 106 indivíduos do 3º e 4º ano de escolaridade, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, que frequentavam quatro escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico da cidade de Viseu, pertencentes a dois agrupamentos horizontais (Viseu Sul e Viso). Destes, 51 fizeram parte do grupo de Controlo e 55 fizeram parte do grupo experimental. Para a selecção da amostra, utilizámos o teste de Percepção de Diferenças (TPD) de Thursone, adaptado para Portugal pela Secção de Estudos de Testes CEGOC-TEA. LDA e aferido por Rocha e Coelho (1985) e ainda a informação recolhida junto dos professores. Para avaliar a auto-estima foi utilizado o Self-Perception Profile for Children de Harter (1985), também aferido e adaptado para a população Portuguesa por Martins, Peixoto, Mata & Monteiro (1995). Os resultados apontam para o aumento dos valores da auto-estima no grupo experimental. Observam-se também relações positivas entre a dimensão competência escolar e os níveis do teste SPPC e também se observam relações positivas com a prática desportiva para ambos os grupos.pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleA Auto-estima em alunos com dificuldades de aprendizagempt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Desporto-
dc.identifier.doi10.34626/dgvn-wq37-
thesis.degree.grantorFaculdade de Desporto-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000106841837-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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