Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/102468
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorMiranda, José Carlos Ribeiro
dc.date.accessioned2022-09-13T16:02:42Z-
dc.date.available2022-09-13T16:02:42Z-
dc.date.issued2016
dc.identifier.issn2183-9301
dc.identifier.othersigarra:173762
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/102468-
dc.descriptionIdentificando os três autores mencionados como os mais antigos compositores de «cantares de amigo» registados nos cancioneiros, sobressai na obra que deixaram algumas características fortemente distintivas, nomeadamente a flagrante oposição do monopólio feminino da palavra a uma evidente atitude de supremacia da parte masculina na sua relação com a jovem mulher que se assume como enunciadora exclusiva. A total ausência da linguagem do serviço de amor, corrente nos contemporâneos cantares de amor, torna claro o propósito programático do género que se impõe nos finais de 1220 e vem mais tarde a ser designado «cantar de amigo».
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleCalheiros, Sandim e Bonaval : uma rapsódia de amigo
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Nacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
173762.pdf684.77 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.