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dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorSantos, Pedro Manuel Mendonça dos Anjos Sousapt_PT
dc.date.accessioned2009-05-15T12:50:45Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:52:19Z-
dc.date.available2009-05-15T12:50:45Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:52:19Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.other3007_TMpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/10056pt_PT
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Ciência do Desporto, área de especialização em Desporto para Crianças e Jovens, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractNa actualidade, a observação e análise do jogo no Voleibol assume elevada importância ao permitir a identificação de regularidades na lógica acontecimental do jogo e, concomitantemente, o fornecimento de "pistas" para a orientação dos processos de treino e competição.O presente trabalho pretende estudar a estrutura funcional da fase ofensiva do Voleibol após recepção ao serviço, com o objectivo de identificar possíveis regularidades neste compartimento de jogo e identificar as sequências ofensivas em função do seu efeito.Foram assim recolhidas 1253 sequências ofensivas após recepção ao serviço, referentes a equipas do escalão de juvenis masculino a participar no Campeonato Nacional da época de 1998/1999.A realização deste trabalho permitiu destacar algumas conclusões. A estrutura funcional da fase ofensiva, após recepção do serviço, apresenta determinadas regularidades em todos os momentos da sua organização: as zonas preferencialmente utilizadas para a recuperação da bola, distribuição e finalização do ataque são, respectivamente, as zonas intermédia, 2/3 e 4; o tipo de ataque mais utilizado é o remate potente; o tempo de ataque mais frequente é o de 3º tempo; a recepção que permite ao distribuidor apenas duas opções de ataque e as condições de distribuição que possibilitam a realização do ataque na presença de dois ou mais blocadores são as mais frequentes; a qualidade do ataque, frequentemente, tem o efeito de continuidade.As sequências ofensivas, após recepção ao serviço, apresentam uma tendência de regularidade, em função do efeito do ataque: as sequências ofensivas positivas (que culminam na obtenção de ponto) apresentam tendências no sentido de se iniciarem na zona de recuperação intermédia e culminarem em ataques potentes; as sequências ofensivas neutras (que permitem a continuidade do jogo) apresentam tendências no sentido da ocorrência de recepções de fraca qualidade que culminam em ataques colocados; nas sequências ofensivas negativas (que culminam ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleAnálise da estrutura funcional da fase ofensiva do jogo de voleibol : Estudo realizado no escalão de juvenis masculinospt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Desporto-
dc.identifier.doi10.34626/ms4q-8922-
thesis.degree.grantorFaculdade de Desporto-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000106841837-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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