Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/10015| Author(s): | Vilas Boas, Elsa Maria Ramos |
| Title: | A Influência da temperatura, da intensidade luminosa e de coagulantes / floculantes na libertação e degradação de microcistinas por Microcystis aeruginosa Kützing ex Lemmermann (Cianobactéria: Chroococales) |
| Publisher: | Universidade do Porto. Reitoria |
| Issue Date: | 1999 |
| Abstract: | Algumas estirpes de cianobactérias, também conhecidas como algas verde azuis, são produtoras de metabolitos altamente tóxicos. Em massas de água eutróficas e hipertróficas a intensidade e a duração das florescências cianobacterianas tóxicas tem aumentado nos últimos anos, tendo sido, várias vezes, apontadas como responsáveis por intoxicações agudas em vertebrados, incluindo o Homem. Mas o maior risco para a Saúde Pública reside nos efeitos crónicos associados à ingestão de cianotoxinas na água de consumo. Por isso, é necessário conhecer a persistência e a estabilidade das cianotoxinas nas origens de água para consumo e durante o seu tratamento nas Estações de Tratamento de Água.As cianotoxinas mais frequentemente detectadas são microcistinas, a maior parte isoladas de florescências ou culturas laboratoriais de estirpes de Microcystis. Neste trabalho procurou-se determinar a influência dos factores intensidade luminosa, temperatura e presença de coagulantes / floculantes (sulfato de alumínio, Locron S e Labufloc C 1210 ) na libertação e degradação de microcistinas, produzidas pela estirpe de Microcystis aeruginosa IZANCYA2. As intensidades luminosas testadas foram 21,12 µmol m-2 s-1, 5,75 µmol m-2 s-1, 2,55 µmol m-2s-1, 1,03 µmol m-2 s-1 e 0 µmol m-2 s-1, e as temperaturas 21 ºC, 23 ºC, 26 ºC e 28 ºC, durante um período de incubação de 28 dias. As concentrações de sulfato de alumínio ensaiadas foram 30 mg L-1, 60 mg L-1 e 90 mg L-1. As concentrações de Locron S utilizadas foram 50 mg L-1, 75 mg L-1 e 100 mg L-1, tendo-se adicionado Labufloc C 1210, numa concentração de 50 mg L-1, após 10 minutos de contacto. A detecção e quantificação das microcistinas foi efectuada por HPLC.Verificou-se uma correlação negativa entre a taxa de crescimento e a quantidade de microcistinas detectadas nos filtrados nas culturas colocadas sob diferentes temperaturas e nas culturas incubadas a 21,12 µmol m-2 s-1. Nestas culturas incubadas a 21,12 µmol m-2 s-1 (intensidade luminosa máxima ... |
| Description: | Dissertação de Mestrado em Hidrobiologia apresentada à Faculdade de Ciências da Universidade do Porto |
| DOI: | 10.34626/dwsx-k417 |
| URI: | http://hdl.handle.net/10216/10015 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FCUP - Dissertação |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 2785_TM_01_C.pdf | Volume 01 Cores | 25.1 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
| 2785_TM_01_P.pdf | Volume 01 Preto & Branco | 5.49 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

