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https://hdl.handle.net/10216/9975Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.coverage.spatial | Porto | pt_PT |
| dc.creator | Frade, Josefina Maria Froes da Veiga | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2009-05-15T11:07:57Z | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2012-06-26T17:49:18Z | - |
| dc.date.available | 2009-05-15T11:07:57Z | pt_PT |
| dc.date.available | 2012-06-26T17:49:18Z | - |
| dc.date.issued | 1999 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 2967_TM | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/9975 | pt_PT |
| dc.description | Dissertação de Mestrado em Ciências da Enfermagem apresentada ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto | pt_PT |
| dc.description.abstract | O Regulamento do Exercício Profissional dos Enfermeiros refere, como uma das características dos cuidados de enfermagem, o estabelecimento de uma relação de ajuda com o utente. Partindo deste princípio, a Relação de Ajuda impõe-se como uma vertente essencial a ser contemplada na formação inicial dos enfermeiros, implicando o desenvolvimento de uma competência relacional. Nesse sentido, procurou-se com este estudo conhecer a percepção que os alunos do Curso de Bacharelato de Enfermagem têm sobre a Relação de Ajuda desenvolvida na sua prática dos Ensinos Clínicos. Assim, tendo como eixo principal a abordagem à Relação de Ajuda, quer na perspectiva rogeriana, quer nas diferentes configurações que esta tem tomado na evolução da profissão, procedeu-se a um enquadramento teórico, privilegiando a clarificação e definição operacional deste conceito orientado para o cuidar, a fim de compreendê-lo na sua relação com o processo formativo que lhe está subjacente. Foi realizado um estudo descritivo de natureza exploratória e quantitativo, que envolveu sessenta e três alunos de duas Escolas Superiores de Enfermagem. Utilizando como instrumento de colheita de dados o Inventário de Relações Interpessoais de Barrett-Lennard, chegámos aos seguintes resultados: o desenvolvimento da competência relacional através de técnicas de comunicação e/ou da experiência vivenciada tem diferente impacto na aquisição de atitudes relacionais positivas. Uma orientação assente no elemento vivenciado favorece o desenvolvimento das qualidades facilitadoras presentes na Relação de Ajuda (empatia, congruência, respeito e incondicionalidade). Estes resultados são consonantes com a configuração que a vertente relacional toma no cuidar, ou seja, como uma matriz atitudinal, e permitem-nos identificar a necessidade de utilizar novas metodologias no desenvolvimento desta competência nos alunos, bem como verificar a necessidade de proceder a alterações nos currícula. | pt_PT |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Universidade do Porto. Reitoria | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.title | Relação de ajuda em Enfermagem : Perspectivas sobre a prática e a formação | pt_PT |
| dc.type | Dissertação | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/mgmx-bv25 | - |
| thesis.degree.grantor | Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 1 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000406209614 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Appears in Collections: | ICBAS - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 2967_TM_01_C.pdf | Volume 01 Cores | 43.69 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
| 2967_TM_01_P.pdf | Volume 01 Preto & Branco | 7.07 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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