Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/9852
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dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorFreitas, Maria Teresa de Ornelas e Vasconcelos Alves Mornapt_PT
dc.date.accessioned2009-05-14T19:45:12Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:44:31Z-
dc.date.available2009-05-14T19:45:12Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:44:31Z-
dc.date.issued2002pt_PT
dc.identifier.other4284_TMpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/9852pt_PT
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Ciências de Enfermagem apresentada ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractEste estudo surge das minhas preocupações como pessoa, enfermeira e docente e vem na sequência da necessidade premente de desenvolver uma prática de cuidados que promova e permita uma maior participação da família no processo de cuidar.O presente trabalho está relacionado com a necessidade de conhecer como vivenciam os enfermeiros a participação da família nos cuidados ao utente adulto hospitalizado.É um estudo exploratório realizado através de uma metodologia qualitativa e inserido numa abordagem fenomenológica, seguindo a orientação preconizada por Max van Manen (1990). Parti para este estudo com a seguinte questão:Qual a estrutura essencial da vivência das enfermeiras no envolvimento da família nos cuidados? Para a colheita de dados, utilizei uma entrevista semi-estruturada, gravada em suporte magnético e feita a 12 enfermeiras dos serviços de Medicina do Centro Hospitalar do FunchalA análise das descrições protocolares revela-nos não só as vivências das enfermeiras no envolvimento da família nos cuidados, mas também as suas crenças e opiniões.Através da descrição das suas vivências, verifica-se que a enfermeira:- Promove a participação da família nos cuidados, e cuida o doente e a família. Procura as suas necessidades reais, envolve-se e envolve o doente e a família, compromete-se com o bem estar destes, desenvolve consideração individual e amizade.- Desenvolve sentimentos positivos, de entre os quais se realça a satisfação, perante a participação da família nos cuidados e perante o sucesso deste cuidado. Percepciona estes sentimentos, também, na família que a traduz em palavras e atitudes de satisfação e agradecimento, quando já está informada, já está motivada e orientada para os cuidados, e, mais tranquila, quando já tem alguma experiência de cuidar.Esta situação acaba por ser uma fonte de estímulos e incentivos para progredir nesta prática de cuidados.- Desenvolve sentimentos negativos, de entre os quais o sentimento de dificuldade que s ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleVivências das enfermeiras no envolvimento da família nos cuidados ao doente adulto hospitalizadopt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoInstituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar-
dc.identifier.doi10.34626/0p02-r372-
thesis.degree.grantorInstituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000406209614-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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