Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/98522
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dc.creatorM. PINTO
dc.creatorJ. VIEGAS
dc.creatorV. P. de FREITAS
dc.date.accessioned2019-02-08T08:10:04Z-
dc.date.available2019-02-08T08:10:04Z-
dc.date.issued2007
dc.identifier.issnEeV
dc.identifier.othersigarra:65234
dc.identifier.urihttps://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/98522-
dc.descriptionFazia parte dos hábitos quotidianos dos portugueses a necessidade de abrir as janelas para proceder à ventilação dos edifícios. Contudo, as preocupações com os consumos de energia, as alterações do modo de vida das pessoas (as familías encontram-se ausentes da habitação durante grande parte do dia) e a utilização de caixilharias de melhor qualidade, com menor permeabilidade ao ar, conduziram à diminuição drástica das renovações horárias de ar aumentando o risco de condensações, bem como reduziram a qualidade do ar interior.A humidade é uma das principais causas das patologias dos edifícios e da degradação dos elementos de construção, nomeadamente através dos fenómenos de condensação. Frequentemente as condesações resultam de uma conceção inadequada da envolvente: incorreto tratamento das pontes térmicas, insuficiente isolamento térmico, ventilação reduzida e não homogénea dos espaços das habitações e aquecimento muitas vezes insuficiente ou inexistente.O ambiente interior dos edifícios é contaminado por substâncais que resultam da utilização corrente desses espaços ou que são emanadas pelos materiais que integram os edifícios (admitindo que o ar exterior não é fonte de poluição). Essas substâncias, dependendo das suas características e da sua concentração, podem ter efeitos sobre o bem-estar dos ocupantes, que vão desde a sensação ligeira de mal-estar, originar doenças graves ou mesmo a morte, como no caso de intoxicações por monóxido de carbono.A publicação da recente regulamentação portuguesa na área da térmica de edifícios e qualidade do ar na qual são definidas condições de referência da temperatura do ar e da humidade relativa, valores minímos de renovações horárias, coeficientes de transmissão térmica máximos admissiveis dos elementos da envolvente e valores máximos das concentrações de poluentes do ar interior, veio incrementar, por exemplo, os níveis de exigência relativamente ao comportamento higrotérmico da envolvente dos edifícios e as condições de ventilação do ar interior.Pretende-se com este artigo enfatizar que só uma visão integradora da temática em causa - comportamento higrotérmico e qualidade do ar - poderá contribuir para a resolução dos problemas anteriormente referidos.PALAVRAS-CHAVE: Habitaçºao, qualidade do ar interior, ventilação, condensações, conforto
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectEngenharia civil, Engenharia civil
dc.subjectCivil engineering, Civil engineering
dc.titleQualidade do ambiente interior em edifícios de habitação
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Engenharia
dc.subject.fosCiências da engenharia e tecnologias::Engenharia civil
dc.subject.fosEngineering and technology::Civil engineering
Appears in Collections:FEUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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