Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/69610
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dc.creatorSofia I. V. Sousa
dc.creatorM. C. M. Alvim Ferraz
dc.creatorM. Carmo Pereira
dc.creatorF. G. Martins
dc.date.accessioned2022-09-10T12:14:58Z-
dc.date.available2022-09-10T12:14:58Z-
dc.date.issued2004
dc.identifier.othersigarra:65236
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/69610-
dc.descriptionA importância do estudo das concentrações de ozono superficial está relacionada com os seus efeitos nocivos quando se atingem níveis elevados deste poluente. Do ozono existente actualmente na troposfera, apenas 20% se deve à intrusão estratosférica, resultando os restantes 80% da formação fotoquímica. No entanto, quando as emissões antropogénicas ainda não afectavam a qualidade do ar, o ozono troposférico tinha origem fundamentalmente no transporte a partir da estratosfera. Assim, a análise no período pré- industrial, quando a formação fotoquímica era insignificante, fornece informações importantes sobre a contribuição da actividade humana no aumento das concentrações superficiais de ozono. Com o objectivo de avaliar essa contribuição na área do Porto, foram comparadas concentrações em duas épocas com emissões atmosféricas completamente distintas: um período recente (2002- 2003) e um período anterior ao desenvolvimento industrial da região (1861-1897). Foram estudadas as correlações mensais entre a concentração de ozono e a humidade relativa, na era pré-industrial. Foram comparadas as evoluções sazonais e as médias anuais dos dois períodos estudados e avaliados os impactes na saúde comparando as concentrações com os limiares legislados. A análise comparativa das séries temporais das concentrações de ozono e das temperaturas máxima e mínima, velocidade do vento e precipitação, permitiu a identificação de ciclos de concentrações que foram relacionados com a actividade humana em cada um dos períodos. Os resultados obtidos permitem concluir que as concentrações superficiais de ozono têm sofrido um elevado aumento desde a era pré-industrial, tendo-se observado um aumento de 250% no mês de Maio. A análise de séries pré-industriais revelou que os ciclos existentes são sazonais excluindo a influência das actividades humanas. No período recente, os ciclos de 8 h encontrados nas concentrações de ozono, provam a grande influência dos factores antropogénicos, sendo os factores meteorológicos responsáveis pelos ciclos de 12 h e 24 h identificados.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartof8ª Conferência Nacional de Ambiente
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectCiências da engenharia e tecnologias
dc.subjectEngineering and technology
dc.titleAvaliação das concentrações pré-industriais e actuais de ozono superficial através de séries temporais
dc.typeArtigo em Livro de Atas de Conferência Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Engenharia
dc.subject.fosCiências da engenharia e tecnologias
dc.subject.fosEngineering and technology
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