Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/68925
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dc.creatorNilzalina Silva Chaparro
dc.date.accessioned2025-11-09T05:50:25Z-
dc.date.available2025-11-09T05:50:25Z-
dc.date.issued2013-10-04
dc.date.submitted2013-03-13
dc.identifier.othersigarra:23234
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/68925-
dc.descriptionCompreender a dimensão lúdica e a sua aproximação à estética na criança hospitalizada constituiu o foco central deste estudo, sendo que para atingir tal propósito lançou-se mão do método interacionismo interpretativo. A investigação aconteceu na unidade pediátrica de um hospital filantrópico de Cuiabá, Mato Grosso, e foi conduzida pela questão norteadora 'Como é que crianças e jovens e os profissionais que delas cuidam percebem o brincar e como indicadores estéticos são apreendidos dessa ação'. Com vista à melhor elucidação desta questão propuseram-se dois objetivos: identificar indicadores estéticos presentes no ato de brincar sob o olhar da criança hospitalizada e dos profissionais que cuidam delas; analisar a autopercepção do corpo pela criança hospitalizada. Participaram do estudo nove crianças e jovens hospitalizados e oito profissionais de saúde do mesmo hospital. A informação foi coletada conforme instrumentos e técnicas recomendados pelo método interacionismo interpretativo, designadamente entrevistas semiestruturadas aplicadas aos profissionais e às crianças, sendo as entrevistas das crianças mediadas por desenhos e fotos. Fez-se uso também da observação participante. Na análise seguiu-se a trajetória estabelecida pelo método, o que nos possibilitou a interpretação de dois grandes temas: 'elementos estéticos presentes no brincar da criança hospitalizada' e 'manifestações estéticas no corpo que brinca'. O primeiro tema integrou sete subtemas e o segundo tema foi composto de cinco subtemas. Das conclusões do estudo, destaca-se que a estética associada ao brincar no hospital mostrou-se presente no espaço atrativo, tempo, interações, prazer, liberdade, gosto e ambiência afetiva e, também, nos múltiplos sentimentos vividos que faziam o corpo reagir para continuar experimentando sentimentos agradáveis.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectCiências da saúde
dc.subjectHealth sciences
dc.titleCORPO DOENTE PODE SER ESTÉTICO? ESTUDO INTERPRETATIVO A PARTIR DA DIMENSÃO LÚDICA DA CRIANÇA HOSPITALIZADA".
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Desporto
dc.identifier.doi10.34626/4wx7-v077
dc.identifier.tid101274661
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Ciências da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Health sciences
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Ciências do Desporto
thesis.degree.grantorFaculdade de Desporto
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
Appears in Collections:FADEUP - Tese

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23234.pdfO Corpo Doente Pode Ser Estético? Estudo Interpretativo A Partir da Dimensão Lúdica da Criança Hospitalizada4.22 MBAdobe PDFThumbnail
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