Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/4502
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dc.creatorManuel Matosen_US
dc.creatorCarla Teixeira Lopesen_US
dc.creatorSérgio Nunesen_US
dc.creatorIsabel Venâncioen_US
dc.date.accessioned2007-10-15T12:03:15Z-
dc.date.available2007-10-15T12:03:15Z-
dc.date.issued2007en_US
dc.identifier.issnIOen_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/4502-
dc.descriptionA publicação de rankings das escolas secundárias, iniciada em 2001, teve um impacto apreciável a vários níveis, suscitando uma série de comentários e especulações nos diversos meios de comunicação social e influindo realmente nas decisões (ou pelo menos aspirações) de muitas pessoas. Beneficiando da disponibilidade de cinco anos de dados, e da possibilidade de comparar os rankings respectivos, o nosso exercício de análise de dados procurou verificar a posteriori até que ponto a hipótese implícita na utilização entusiástica dos rankings é razoável. Ou seja, serão os rankings um indicador fiável da qualidade, ou da eficácia, das escolas? A conclusão geral do exercício aponta para a necessidade de não sobrevalorizar os rankings baseados em exames, sem deixar de os considerar uma peça de informação útil, para as escolas se situarem e para se compararem coisas comparáveis. Por outro lado, sendo evidente o interesse social por este tipo de ordenações, valerá a pena investir na identificação dos factores de caracterização da qualidade que poderão ser utilizados para complementar a informação dos exames, com o cuidado de privilegiar aspectos compreensíveis, objectivos e acessíveis.en_US
dc.description.abstractThe publication of rakings about high schools, started in 2001, had a significant impact at several levels, initiating a series of comments and speculations in main stream media and influencing the decisions (or at least the aspirations) of many people. Taking advantage of the availability of five years of data, and the possibility of comparing the rankings, our data analysis has tried to verify a posteriori if the implicit hypothesis in the enthusiastic adoption of rankings is reasonable. Using other words, are the rankings an accurate measure of the quality, or of the effectiveness, of schools? The main conclusion points to the necessity of not overrating the rankings based on examinations, nevertheless considering them as a useful piece of information, for school?s self-assessment and for comparing comparable things. On the other side, being evident the social interest for these kind of orderings, it is worth investing on the identification of quality characterization factors that could be used to complement the information, always preferring understandable, objective and accessible aspects.en_US
dc.format.mimetypeapplication/pdfen_US
dc.language.isoporen_US
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectCiências Físicas en_US
dc.subject Matemática en_US
dc.subject Matemática aplicada en_US
dc.subject Investigação operacionalen_US
dc.titleReflexões sobre os rankings do Secundárioen_US
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacionalpt_PT
Appears in Collections:FEUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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