Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/165742
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorAraújo, A-
dc.creatorPinto, E-
dc.creatorAfonso, C-
dc.date.accessioned2025-03-13T17:18:38Z-
dc.date.available2025-03-13T17:18:38Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.issn2183-5985-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/165742-
dc.description.abstractA Ama, profissional responsável por assegurar cuidados básicos a crianças, passou a estar enquadrada legalmente, em Portugal, a partir do Decreto-lei n.º158/84. Este elencava requisitos e exigências para todos aqueles cujo objetivo fosse tornar a sua habitação o local de permanência de quatro crianças, entre os três meses e os três anos. Em 2022, ao abrigo da legislação que regulamenta as condições para a concretização da gratuitidade a confeção das refeições passa a ser da responsabilidade das Amas. Com ausência de orientações específicas, sobretudo na seleção e confeção de alimentos, foi objetivo deste trabalho caracterizar atitudes, crenças, valores e práticas relativas à alimentação, perceber o nível de conhecimento e compreender os fatores associados às escolhas alimentares por parte das Amas. Para a recolha de dados, foi utilizada metodologia qualitativa com recurso a entrevista semiestruturada, a partir de uma amostra de conveniência constituída por onze Amas. As entrevistadas, apresentaram atitudes, práticas e experiências diversificadas, fato que poderá estar relacionado com a legislação em vigor à data do seu início de atividade. Identificam como fontes privilegiadas de informação as educadoras de infância e os documentos que recebem nas formações. A aquisição dos géneros ocorre ao fim de semana e consideram os gostos das crianças, a qualidade e o preço como fatores determinantes na seleção. A confeção é feita no início ou final do dia e, na hora, aquecida. Oferecem essencialmente fruta à merenda da manhã, o almoço inclui sopa e prato e a merenda da tarde está dependente dos alimentos enviados pelos pais. Foi percetível que estas profissionais dispõem de parca orientação e legislação, estando a organização e planeamento de refeições dependente dos seus conhecimentos e da capacidade e interesse para a pesquisa de informação.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherAssociação Portuguesa de Nutriçãopt_PT
dc.relation.ispartofActa Portuguesa de Nutrição 2024, 39, 12-17 , https://dx.doi.org/10.21011/apn.2024.3903-
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.titleConhecimentos e práticas das Amas relativamente à alimentação e nutrição infantilpt_PT
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacionalpt_PT
dc.contributor.uportoInstituto de Saúde Públicapt_PT
dc.identifier.doi10.21011/apn.2024.3903-
dc.relation.publisherversionhttps://actaportuguesadenutricao.pt/edicoes/https-actaportuguesadenutricao-pt-wp-content-uploads-2022-09-03_ao-pdf-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2/-
Appears in Collections:ISPUP - Artigo em Revista Científica Nacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
araujo-afonso2024.pdf258.8 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons