Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/165740
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSemblano, A-
dc.creatorSilva, C-
dc.creatorOliveira, A-
dc.date.accessioned2025-03-13T17:15:19Z-
dc.date.available2025-03-13T17:15:19Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.issn2183-5985-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/165740-
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A estruturação de comportamentos promotores de saúde, mas também de risco ocorre frequentemente na adolescência, assim como alterações na composição e imagem corporais. Estas modificações têm um papel determinante na saúde e qualidade de vida futura, pelo que a sua quantificação é essencial. OBJETIVOS: Avaliar comportamentos alimentares e outros estilos de vida de alunos do ensino secundário, a satisfação com a imagem corporal e o estado nutricional; estudar a agregação de estilos de vida menos saudáveis; estabelecer uma análise comparativa entre duas instituições de ensino de meios sociodemográficos distintos. METODOLOGIA: Foi conduzido um estudo transversal, comparativo entre duas instituições de ensino da área metropolitana do Porto (Portugal), uma Escola Profissional e uma Escola de Ensino Particular e Cooperativo. Os alunos, após consentimento do seu representante legal, responderam a questionários estruturados sobre as dimensões em estudo, incluindo um questionário de frequência alimentar validado. Foram efetuadas medições antropométricas por observadores treinados. RESULTADOS: Observou-se uma elevada prevalência de comportamentos de risco em ambas as instituições, particularmente na Escola Profissional, com contexto socioeconómico menos favorecido. No geral, estes parecem ter uma menor adesão a um padrão de estilos de vida mais saudável (média 2,36 vs. 2,73, p=0,021; âmbito variação: 0 a 5). As prevalências de inadequação de macro e micronutrientes foram significativamente superiores na Escola Profissional, embora ambas tenham uma inadequação de ingestão de sódio superior a 75%. A maioria dos alunos encontra-se insatisfeito com a sua imagem corporal (79,2% na Escola Profissional e 61,6% na Escola de Ensino Particular e Cooperativo, p=0,162). A prevalência de sobrecarga ponderal (excesso de peso e obesidade) foi elevada, superior a 30%. CONCLUSÕES: Existem diferenças relevantes nos hábitos alimentares e outros estilos de vida entre alunos de escolas de meios sociodemográficos distintos, que poderão servir de base futura à delineação de intervenções e contribuir para uma melhoria efetiva do ambiente escolar, que se espera promotor de saúde.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherAssociação Portuguesa de Nutriçãopt_PT
dc.relation.ispartofActa Portuguesa de Nutrição 2024, 38, 10-17 , https://dx.doi.org/10.21011/apn.2024.3803-
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.titleNUTRI-YOUNG: impacto dos contextos socioeconómicos nos hábitos alimentares, estilos de vida e satisfação corporal de adolescentespt_PT
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacionalpt_PT
dc.contributor.uportoInstituto de Saúde Públicapt_PT
dc.identifier.doi10.21011/apn.2024.3803-
dc.relation.publisherversionhttps://actaportuguesadenutricao.pt/edicoes/https-actaportuguesadenutricao-pt-wp-content-uploads-2022-09-03_ao-pdf-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2/-
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