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https://hdl.handle.net/10216/159828| Author(s): | Jaime Alberto de Sá Barbosa Milheiro |
| Title: | Impact of allostatic biomarkers on health and performance |
| Issue Date: | 2024-07-19 |
| Abstract: | The use of biomarkers in sports performance is essential to promote training balance, mainly because overtraining syndrome lacks standardized diagnostic criteria. The general objective of this work is to attribute a role to insulin, not only as a hormone used in the regulation of glycemia but also as a relevant and fundamental biomarker in adapting to each person's allostatic load, integrating it into the so-called allostatic biomarkers and granting a more systemic view than is usually done, considering its high impact not only on performance but also on health. For that, we evaluated the hormonal dynamics in two different conditions: (i) choosing one period of the season to assess the catabolic/anabolic relationships and the cardiovascular fitness effect on mitigate the deleterious effects of high catabolism presence; (ii) evaluating competitions that are considered as extreme in terms of fatigue and possible dysregulation of the endocrine system, such as ultramarathons and road cycling stage races. We observed that lower values of insulin were associated with higher levels of cortisol and ACTH in high-endurance male athletes, with cyclists with higher cardiovascular fitness, particularly above 70 mL/kg/min, exhibiting a higher threshold for the negative effects of cortisol on anabolic processes compared to their non-elite counterparts (lower cardiovascular fitness). That results suggested insulin's new and relevant role as a sports performance training monitoring biomarker more sensitive than testosterone, particularly elite level and that superior cardiovascular fitness may provide protection against the elevated catabolic hormonal concentrations found in road cyclist. From the competitive experimental approaches, we found a link between hormonal and RPE responses to an ultramarathon lasting an average of 24 hours, with the increase and maintenance of high cortisol and RPE perceived by the athletes and the decrease and maintenance of low insulin levels during the entire race. Also, it was demonstrated that the rest day during a twelve-days stage races enabled the body to achieve catabolic and anabolic efficiency once again. Instead of understanding how the body works, the main goal of these academic work was to understand how endurance athletes endocrine system reacts to extreme training and competition loads, developing knowledge capable of relating the variables tested with the performance and health of athletes, thus improving current practice and research. |
| Description: | O uso de biomarcadores de treino no desempenho desportivo é essencial para promover o equilíbrio, principalmente porque a síndrome do overtraining carece de critérios diagnósticos padronizados. O principal objetivo deste trabalho é atribuir à insulina um papel não só como hormona utilizada na regulação da glicemia, mas também como biomarcador relevante e fundamental na adaptação à carga alostática de cada pessoa, integrando-a nos chamados biomarcadores alostáticos, e assim conferir-lhe uma visão mais sistémica do que normalmente se faz, considerando seu alto impacto não só no desempenho desportivo, mas também na saúde. Para isso, avaliamos a dinâmica hormonal em duas condições diferentes: (i) escolhendo um período da temporada para avaliar as relações catabólicas/anabólicas e o efeito da aptidão cardiovascular em mitigar os efeitos deletérios da presença de alto catabolismo; (ii) avaliando competições que são consideradas extremas em termos de fadiga e passiveis de desregulação do sistema endócrino, como ultramaratonas e voltas em bicicleta por etapas. Observamos que valores mais baixos de insulina estavam associados a níveis mais altos de cortisol e ACTH em atletas masculinos de alta resistência, com ciclistas de maior aptidão cardiovascular, particularmente acima de 70 mL/kg/min, exibindo um limiar mais elevado para os efeitos negativos do cortisol nos processos anabólicos em comparação com seus pares não-elite (menor aptidão cardiovascular). Esses resultados sugeriram um papel novo e relevante da insulina como um biomarcador de controlo do treino e do desempenho desportivo mais sensível do que a testosterona, particularmente no nível de elite, e que uma aptidão cardiovascular superior pode proporcionar proteção contra as elevadas concentrações hormonais catabólicas encontradas em ciclistas de estrada. A partir das abordagens experimentais em contexto real de competição, encontramos uma ligação entre as respostas hormonais e de RPE ao longo de uma ultramaratona com duração média de 24 horas, com o aumento e manutenção de altos níveis de cortisol e RPE percebidos pelos atletas e a diminuição e manutenção de baixos níveis de insulina durante e após a corrida. Também foi demonstrado que o dia de descanso durante uma corrida de etapas de doze dias permitiu ao corpo alcançar novamente a eficiência catabólica e anabólica. Em vez de entender como o corpo funciona, o principal objetivo deste trabalho académico foi entender como o sistema endócrino de atletas de resistência reagem a cargas de treino e competição extremas, desenvolvendo conhecimentos capazes de relacionar as variáveis testadas com o desempenho e saúde dos atletas, melhorando assim a prática e a pesquisa atuais. Palavras-chave: cortisol; insulina; rendimento; saúde; equilíbrio hormonal |
| Subject: | Ciências da saúde Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde Medical and Health sciences::Health sciences |
| DOI: | 10.34626/shjh-3c67 |
| TID identifier: | 101662165 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/159828 |
| Document Type: | Tese |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FADEUP - Tese |
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